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Todo mundo pode ser líder?

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Quem acompanha o blog e, também, a fan page da SG Soluções e Gestão Empresarial sabe bem o quanto o assunto “liderança” está em alta. Muito se fala sobre a importância de um bom líder para a organização e seus colaboradores. Mas, afinal de contas, quem pode ser um líder? Antes de respondermos essa pergunta é importante entender o que faz um líder.

De forma prática e resumida, o líder é aquela pessoa capaz de influir nos demais. Ou seja, é aquele que se torna referência dentro de um grupo. Trabalhando em equipe, ele consegue que cada membro ofereça o melhor de si em busca de um objetivo comum. O curioso é que isso não significa que, dentro de uma organização, um líder consequentemente ocupa um cargo de chefia. De acordo com especialistas, o que acontece no Brasil é que a maioria dos líderes atinge esse cargo por exercerem bem papéis técnicos, como um vendedor que se torna gerente, por exemplo. Entretanto, tais posições também exigem um determinado tipo de posicionamento. Por isso, é importante desenvolver programas que identifiquem, desenvolvam e treinem esses talentos.

Fato é que ser líder não é para todos, já que é preciso apresentar características e competências específicas para atingir tal posição. Entretanto, a boa notícia para quem não as possui de maneira nata é a possibilidade de aprendê-las. Assim, muito tem se especulado sobre as “características básicas”, que um bom líder organizacional deve apresentar. Estudiosos indicam que, no topo dessa lista, está acreditar no sucesso da organização e fazer com que os outros colaboradores também acreditem. Despertando, assim, o entusiasmo e empenho da equipe.

Dentre as inúmeras listas de características esperadas num líder, uma das mais famosas foi escrita por Lee Lacocca, responsável também por tirar a Chrysler de uma profunda crise. Em seu livro “Where Have All The Leaders Gone?” (Para onde foram os líderes?), ele defende a teoria dos 9 “Cs”, que diz que um líder deve ser/ter:

1. Curioso. O líder deve estar sempre aberto a diferentes opiniões e saber ouvir, para testar novas oportunidades.

2. Criativo. É preciso pensar diferente e administrar mudanças.

3. Comunicativo. Falar de maneira clara e atingir a equipe como um todo.

4. Caráter. Saber a diferença entre o certo e errado e, acima de tudo, colocar tais “regras” em prática.

5. Corajoso. Isso implica em honrar compromissos e assumir riscos.

6. Convicção. É preciso ter paixão e realmente acreditar no trabalho que desenvolve.

7. Carisma. É a habilidade de inspirar e de gerar confiança nos outros.

8. Competente. É preciso, realmente, saber o que se está fazendo e se cercar de pessoas que também saibam desenvolver o trabalho com competência.

9. Senso comum. Ter visão a longo prazo e pensar na equipe como um todo.

Copa do Mundo

Você está preparado para a Copa do Mundo?

Esqueçam as apostas, os bolões e as previsões de qual será o time campeão do mundo. O post de hoje não é uma discussão futebolística, mas um convite à análise de equipes, colaboradores, líderes e serviços oferecidos. Por isso, responda sinceramente: sua organização está preparada para suprir a demanda e tirar o melhor proveito da Copa do Mundo de 2014? Estudos de mercado apontam que, na maioria das vezes, a resposta para essa pergunta é negativa.

Muito se engana quem pensa que apenas setores ligados ao comércio e ao turismo serão impactados pelo evento esportivo. Empresas de construção civil, fornecimento de energia e tecnologia da informação são algumas áreas altamente exigidas – tanto antes quanto durante a Copa do Mundo. E o maior desafio dessas organizações é encontrar e manter colaboradores com qualificação compatível ao cargo.  Pesquisas indicam que mais da metade das empresas brasileiras sofrem com esse problema, enquanto a média mundial é de 31%.

Então, qual a melhor formar de lidar com esse déficit de mão de obra? Muitos especialistas concordam que a solução está no investimento da área de recursos humanos, através de ferramentas e políticas de treinamento e desenvolvimento. Isso porque, quando uma empresa investe no aprendizado e no crescimento de um colaborador, o número de retenção aumenta consideravelmente. Ou seja, alinhados às expectativas e demandas da empresa, o profissional é capaz de se desenvolver e alcançar novas posições dentro da companhia. Além disso, investir no treinamento dos colaboradores atuais sai muito mais barato do que contratar um novo profissional.

Outro problema que as organizações enfrentam é a falta de líderes qualificados. Afinal, cabe a ele alinhar os subordinados de acordo com os objetivos da empresa, motivando-os e, também, proporcionando um ambiente ideal para a execução das tarefas. Quando a liderança é fraca, o serviço não é desempenhado da maneira correta, comprometendo resultados e limitando o crescimento da organização no mercado.

Voltando à importância do Treinamento & Desenvolvimento, desenvolver lideranças qualificadas requer programas exclusivos que sejam não só eventos pontuais, mas sim uma jornada focada na obtenção de resultados.

Estamos há menos de 365 dias da Copa do Mundo e apenas três anos nos separam dos Jogos Olímpicos de 2016. O cenário é positivo, mas é preciso estar preparado para enfrentá-lo. Por isso, as organizações que investirem no desenvolvimento de seus colaboradores de maneira eficaz terão grande vantagem competitiva. Mas lembre-se: as ações de treinamento e desenvolvimento devem ser sempre encaradas como educação continuada, capaz de antecipar as necessidades de uma organização.

SBDG

Sérgio Guerra será palestrante no Congresso Brasileiro de Dinâmica dos Grupos

Mais uma vez a SG Soluções e Gestão Empresarial confirma a sua relevância na área de RH e T&D, carimbando sua participação em um evento de importância nacional. O encontro da vez é o VIII Congresso Brasileiro de Dinâmica dos Grupos, que acontecerá entre 23 e 25 de setembro, na cidade de Porto Alegre. Organizado pela Sociedade Brasileira de Dinâmica dos Grupos e famoso pelo seu ambiente que estimula o aprendizado e a troca de experiências, a edição de 2013 contará com o workshop “Como sua autobiografia pode auxiliar no processo de desenvolvimento de pessoas”, que será ministrado por Sérgio Guerra.
De acordo com o sócio-fundador da SG, o maior desafio de um líder de grupo é conciliar os anseios particulares de cada membro da equipe com os objetivos da empresa. “Pouco se discute o ser humano e o quanto somos cobrados. Temos dias ruins, decepções e necessidades. Lidamos com seres humanos, por isso precisamos pensar de forma diferente”, ressalta. Apesar das inúmeras ferramentas que chegaram nos últimos anos para ficar, como o World Café, o Gamification, o Business Model You e o Storytelling, a grande tendência da área de T&D continua sendo pensar com foco no ser humano. “Temos dois extremos no mercado de trabalho: pessoas superqualificadas, mas com pouca experiência profissional e pessoas superexperientes em busca de qualificação”, aponta Sérgio. Diante disso, o maior desafio do líder atual é entender as características, as necessidades e os anseios dessas pessoas tão diferentes.
E é aí que está o “x” da questão: não podemos falar em liderança e entendimento do outro sem antes entendermos quem somos, nossas habilidades e o que queremos. Dessa forma, é possível criar programas de liderança mais humanizados e que conquistem melhores resultados. Por isso, falar do “eu” e a nossa autobiografia passa a ser algo muito importante. A expectativa é que o workshop “Como sua autobiografia pode auxiliar no processo de desenvolvimento de pessoas” ajude líderes a identificarem o seu verdadeiro “eu”. Analisando quais são seus pontos fortes no processo de liderança e quais precisam ser desenvolvidos. “Conhecer a própria trajetória é importante para entender melhor o ‘outro’ e melhorar a capacidade de liderar”, explica o palestrante.
No escritório da SG, os preparativos para a elaboração do workshop já estão a todo vapor! Entre estudos, pesquisas e esboços da apresentação, toda a equipe está envolvida nessa demanda mais que especial e desafiadora. E quando questionado sobre como sua biografia pode facilitar o desenvolvimento de pessoas, Sérgio Guerra não tem dúvidas: “acredito que a forma como nos relacionamos com as pessoas é o grande segredo”. Portanto, os participantes que já confirmaram presença no evento podem esperar um workshop dinâmico e cuidadosamente elaborado para auxiliar no desenvolvimento do outro.
Clique aqui e veja a programação completa do evento. Contamos com a sua participação!

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