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Novo produto: Formação com Alto Valor Agregado

O ano de 2014 começa com uma grande novidade para a SG Soluções e Gestão empresarial: a Formação com Alto Valor Agregado, um novo produto exclusivo da consultoria. Trata-se de um conjunto de formações especializadas, que atende diferentes nichos do público de treinamento e desenvolvimento.

Os cursos são ministrados por profissionais certificados e reconhecidos pelo mercado e há cinco opções de formações. São elas:

1. Formação de Designer Instrucional

O profissional aprenderá a fazer um diagnóstico eficiente de treinamento para, a partir daí, desenvolver a melhor estratégia de ação. Com foco na valorização das pessoas,  o especialista será capaz de produzir um treinamento completamente customizado, alinhado às necessidades e expectativas da organização.

2. Instrutor Master

Desenvolvido em parceria com o consultor Karim Khoury, o curso é direcionado aos profissionais que querem melhorar suas capacidades na aplicação de treinamentos e outras práticas de aprendizagem. A carga horária dessa formação é de 48 horas.

3. Formação de Analista de T&D

Essa certificação de 32 horas capacitará o participante a realizar todos os tramites relacionados a área de T&D, com eficiência e alta qualidade. O curso pretende cobrir gaps da função, ajudando o profissional a identificar a necessidade de treinamento, sugerir estratégias de melhorias e até como analisar e contratar uma proposta de treinamento.

Quando o assunto está relacionado a liderança e estratégia, a SG também desenvolveu duas formações exclusivas e alinhadas às mais modernas metodologias globais, são elas:

1. Formação de Líderes

O curso é um intensivo de 5 dias, com 40 horas de carga horária. Neste encontro, o participante poderá adquirir e estimular características tidas como essenciais para um líder. O participante também terá diversos desafios para colocar em prática o que foi adquirido em sala de aula.

2. Formação em BMG – Canvas: Inovação em Modelos de Negócios

A formação visa a instruir os profissionais sobre as principais práticas da metodologia: como e quando usar, por que usar, vantagens e desvantagens, etc. Possui carga horária de 16 horas.

Para mais informações sobre nossas Formações de Alto Valor Agregado, entre em contato pelo telefones (11) 2317-9209 (São Paulo), (85) 3264-3031 (Fortaleza) ou pelo e-mail sg@sgconsult.com.br. Lembrando que as Formações acontecerão também na cidade de Fortaleza.

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SG Soluções e Gestão Empresarial no CBTD 2013

Neste ano de 2013, o CBTD bateu mais um recorde de público. Cerca de 2400 pessoas passaram pelo evento, que ocorreu entre os dias 26 e 29 de novembro, na cidade de Santos. E mais uma vez a SG Soluções e Gestão Empresarial participou do Congresso, que é considerado o maior da América Latina. Mais de 700 participantes passaram pelo nosso stand, onde puderam conhecer os produtos e as novidades da SG para 2014, como as Formações de Alto Valor Agregado e a nova unidade da consultoria, em Fortaleza (fique de olho no blog para mais informações).

O ponto alto do Congresso aconteceu no segundo dia de evento, com o workshop sobre gamification, ministrado por Flora Alves, sócia-fundadora da SG. Foram 58 presentes que lotaram a sala e participaram ativamente, durante as três horas de muita experiência, conhecimento e troca de informações. Como não poderia deixar de ser, o próprio workshop foi estruturado como um game: tabuleiros, missões e obstáculos faziam parte da proposta.

O encontro também se dividiu em diferentes etapas. Na primeira delas, houve uma explicação geral, com informações básicas sobre o tema: como e onde a metodologia pode ser utilizada, suas principais características, vantagens e desvantagens. Depois, os cordelistas Marco Haurélio e João Gomes fizeram uma intervenção inspirada na prática do Storytelling sobre o “Tal do Gamification”. Para finalizar, os participantes fizeram uma atividade com jogos de tabuleiro. Assim, eles puderam aplicar na prática os conceitos que foram apresentados ao longo do workshop. Esse foi, com certeza, um dos melhores momentos do encontro, pois os presentes se mostraram extremamente interessados e animados com o tema.

Abordando um assunto relevante e oferecendo um conteúdo de altíssima qualidade, o workshop “Desmistificando o Gamification: do conceito prática” foi um verdadeiro sucesso. Além do reconhecimento dos próprios participantes, há também diversos interessados na realização de palestras e workshops sobre a metodologia. A SG Soluções e Gestão Empresarial já tem a próxima data programada, que irá acontecer na cidade de Fortaleza, nos primeiros meses de 2014. Para saber mais sobre esse workshop é só acompanhar o nosso blog e fan page. Fique de olho e participe!

Todo mundo pode ser líder?

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Quem acompanha o blog e, também, a fan page da SG Soluções e Gestão Empresarial sabe bem o quanto o assunto “liderança” está em alta. Muito se fala sobre a importância de um bom líder para a organização e seus colaboradores. Mas, afinal de contas, quem pode ser um líder? Antes de respondermos essa pergunta é importante entender o que faz um líder.

De forma prática e resumida, o líder é aquela pessoa capaz de influir nos demais. Ou seja, é aquele que se torna referência dentro de um grupo. Trabalhando em equipe, ele consegue que cada membro ofereça o melhor de si em busca de um objetivo comum. O curioso é que isso não significa que, dentro de uma organização, um líder consequentemente ocupa um cargo de chefia. De acordo com especialistas, o que acontece no Brasil é que a maioria dos líderes atinge esse cargo por exercerem bem papéis técnicos, como um vendedor que se torna gerente, por exemplo. Entretanto, tais posições também exigem um determinado tipo de posicionamento. Por isso, é importante desenvolver programas que identifiquem, desenvolvam e treinem esses talentos.

Fato é que ser líder não é para todos, já que é preciso apresentar características e competências específicas para atingir tal posição. Entretanto, a boa notícia para quem não as possui de maneira nata é a possibilidade de aprendê-las. Assim, muito tem se especulado sobre as “características básicas”, que um bom líder organizacional deve apresentar. Estudiosos indicam que, no topo dessa lista, está acreditar no sucesso da organização e fazer com que os outros colaboradores também acreditem. Despertando, assim, o entusiasmo e empenho da equipe.

Dentre as inúmeras listas de características esperadas num líder, uma das mais famosas foi escrita por Lee Lacocca, responsável também por tirar a Chrysler de uma profunda crise. Em seu livro “Where Have All The Leaders Gone?” (Para onde foram os líderes?), ele defende a teoria dos 9 “Cs”, que diz que um líder deve ser/ter:

1. Curioso. O líder deve estar sempre aberto a diferentes opiniões e saber ouvir, para testar novas oportunidades.

2. Criativo. É preciso pensar diferente e administrar mudanças.

3. Comunicativo. Falar de maneira clara e atingir a equipe como um todo.

4. Caráter. Saber a diferença entre o certo e errado e, acima de tudo, colocar tais “regras” em prática.

5. Corajoso. Isso implica em honrar compromissos e assumir riscos.

6. Convicção. É preciso ter paixão e realmente acreditar no trabalho que desenvolve.

7. Carisma. É a habilidade de inspirar e de gerar confiança nos outros.

8. Competente. É preciso, realmente, saber o que se está fazendo e se cercar de pessoas que também saibam desenvolver o trabalho com competência.

9. Senso comum. Ter visão a longo prazo e pensar na equipe como um todo.

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A importância do treinamento e desenvolvimento de pessoas

Quando o assunto é a conquista de um bom emprego, a maioria das pessoas indica uma boa faculdade como principal diferencial na disputa de uma vaga. De fato, ter um diploma que ateste uma formação profissional de qualidade é essencial no mercado de trabalho. Mas, não podemos nos esquecer que o cenário atual exige atualização constante por parte dos profissionais – principalmente aqueles que almejam futuras promoções e possíveis cargos executivos.

Vivemos em um universo cada vez mais dinâmico, onde as distâncias estão mais curtas e a troca de informação acontece em velocidade e quantidade exorbitantes. E para enfrentar esse cenário rápido de mudança, é necessário ter colaboradores habilidosos e capacitados para lidar com os desafios impostos pelo mercado. Um ótimo exemplo foi a chegada da internet, que em menos de 15 anos revolucionou os processos de trabalhos em quase todas as áreas de atuação.

Por isso, investir na atualização e na capacitação são estratégias importantíssimas para que essas novas perspectivas tragam reais benefícios às organizações. E é aí que entra os processos de treinamento e desenvolvimento pessoal, cujo principal objetivo é gerar aprendizado aos colaboradores de uma empresa. Mas, afinal de contas, existe diferença entre o desenvolvimento e o treinamento? A resposta é sim.

De acordo com especialistas, o treinamento é um processo educacional de curto prazo, que promove a aquisição de habilidades, conceitos ou atitudes, sendo aplicado de forma sistemática e organizado. Aqui, estamos falando de uma necessidade pontual, que exige uma ação rápida. Já o desenvolvimento é visto como um processo a longo prazo, com foco no desempenho futuro das pessoas. A ideia é trabalhar para que cada colaborador seja visto como um membro valioso e indispensável para a organização.

Dependendo da área, é necessário investir mais em um determinado processo. Pessoas que atuam na área de saúde, tecnologia e informação demandam treinamentos constantes para estarem sempre a par das novas descobertas. Enquanto pessoas que ocupam cargos executivos ou de liderança contam com métodos específicos de desenvolvimento, como o coaching, por exemplo. Além disso, o investimento pessoal é muito importante. Apostar no aprendizado de um idioma, cursos livres e outros métodos de aprendizado são sempre bem vistos. Lembre-se que aprendizado nunca é demais!

Seja qual for o seu caso, é preciso ter em mente que uma única qualificação não é suficiente no cenário atual de trabalho. Invista numa boa faculdade, mas também não deixe para depois uma possível pós-graduação ou MBA. Ter conhecimento de outras línguas e fazer cursos livres relacionados a sua área de atuação também agregam valor ao currículo e são um diferencial não apenas na busca de um emprego, mas também na conquista de um novo cargo.

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Desmistificando o gamification no CBTD 2013

O Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento, maior evento de T&D da América Latina, acontecerá entre os dias 26 e 29 de novembro, na cidade litorânea de Santos. Nessa 28ª edição do encontro, a SG Soluções e Gestão Empresarial estará presente em um estande durante todo o evento e, também, conduzirá o workshop “Desmistificando o gamification, do conceito à prática”, que ocorrerá no dia 27, das 9h às 12h. Flora Alves, sócia-fundadora da SG e especialista no assunto, será a facilitadora do workshop. De acordo com ela, o tema surgiu após a realização de extensas pesquisas e da vontade de compartilhar esse conhecimento com outros profissionais que tenham o intuito de aplicar tais conceitos nos processos de uma organização. “Sabemos que variáveis como tempo e budget, são levadas em conta na hora da aplicação de um treinamento e que tais detalhes podem funcionar como fator restritivo. Por isso, oferecer soluções viáveis, que promovam a aprendizagem, pode ser um grande diferencial”, analisa Flora.

O gamification é um conceito que se apropria da mecânica dos jogos para promover o engajamento das pessoas, sendo bastante usado em programas de treinamento e desenvolvimento pessoal. E, como qualquer novidade, há também muitas dúvidas sobre o assunto. A principal delas refere-se às definições de “ferramenta” e “conceito”. “O gamification é um conceito, e o público está buscando uma compreensão de todos os elementos que o compõem para promover uma experiência diferenciada e efetiva de aprendizagem”, explica a sócia-fundadora da SG Soluções e Gestão Empresarial. No geral, essa falta de conhecimento pode levar a situações de resistência quando programas falhos são aplicados. Flora constata dois aspectos essenciais para um treinamento baseado no gamification: o primeiro refere-se à aplicabilidade do projeto, levando em conta seu objetivo, e o segundo ao processo do jogo em si. “Não podemos nos limitar apenas à contagem de pontos. É preciso criar uma dinâmica de jogo que desenvolva o pensamento e o aprendizado, para que a experiência seja eficaz”, alerta.

Entretanto, não há dúvidas sobre o valor do gamification e sua aplicabilidade no mercado de T&D. Muitas pesquisas apontam que o uso do conceito é uma maneira assertiva na conquista por um maior engajamento e até na mudança de comportamento no ambiente de trabalho. E quem comparecer ao workshop no CBTD 2013 terá a chance de aprender muito mais sobre o assunto. A equipe da SG Soluções e Gestão Empresarial está empenhada e trabalhando muito para oferecer um conteúdo de altíssima qualidade aos participantes do evento. “Quando alguém se inscreve para um workshop é porque está em busca de algo novo para tornar o seu ambiente de trabalho ainda melhor. Por isso, estou empenhada para oferecer a essas pessoas não apenas conhecimento, mas também aplicabilidade, sugerindo materiais e subsídios que levem a isso”, finaliza a facilitadora.

Se você já garantiu a sua participação no workshop “Desmistificando o gamification, do conceito à prática”, fique de olho na nossa fan page. Em breve daremos start nesse jogo!

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Autoconhecimento como ferramenta para o desenvolvimento pessoal

No mês passado, Sergio Guerra, sócio-fundador da SG Soluções e Gestão Empresarial, conduziu um workshop no VIII Congresso Brasileiro de Dinâmica dos Grupos sobre a importância do autoconhecimento como suporte no desenvolvimento de pessoas. “Quando discutimos esse assunto, logo nos vem à cabeça a ideia de desenvolver ou treinar uma terceira pessoa, seja para ser líder, gestor ou assumir qualquer cargo dentro de uma organização. Para isso, existem vários programas e métodos de aprendizado muito eficientes. Porém, nenhum deles se preocupa em proporcionar o autoconhecimento”, alerta Sergio.

De acordo com estudos científicos, o desenvolvimento dos seres humanos pode ser dividido em etapas que acontecem de 7 em 7 anos. A cada setênio, como é chamado esse período, desenvolvemos competências e características específicas que carregamos para o resto de nossas vidas. Isso significa que conhecer o passado é essencial para entender o presente, e como valores, aprendizados e experiências podem influenciar no futuro.

Para quem trabalha com o treinamento e o desenvolvimento de pessoas, tal etapa mostra-se ainda mais importante. “Se não nos conhecemos, não sabemos nossas crenças e valores, não entendemos nosso passado e não analisamos nossos pontos de melhoria comportamentais e técnicos. Consequentemente, não sabemos em quais pontos precisamos melhorar. Diante dessa falta de conhecimento, torna-se muito difícil trabalhar com o desenvolvimento de outras pessoas”, explica o especialista.

De acordo com Sergio, a chave do sucesso está no uso da antroposofia como metodologia e na autobiografia como ferramenta de desenvolvimento. Ou, de maneira mais simples, a dica é se conhecer primeiro para só depois desenvolver outras pessoas. Essa ferramenta, que já é muito conceituada no ramo educacional, ainda é novidade no meio executivo. Entretanto, a proposta não é desconsiderar os métodos e ferramentas para treinamento e desenvolvimento pessoal que estão disponíveis no mercado, mas apenas adicionar uma nova etapa ao processo, denominada de “fase de autoconhecimento”. “Nos programas para líderes da SG, nós utilizamos a autobiografia para conhecimento do ‘eu’. Trabalhamos com o temperamento de cada pessoa, ajudando para que elas entendam suas oportunidades de melhoria e, acima de tudo, saibam lidar com esses gaps. É só após essa fase que o programa avança com os módulos tradicionais”, conta Sergio Guerra.

Em resumo, uma pessoa deve sempre levar em conta sua origem, suas referências, seus valores, seus aprendizados e experiências, para entender quem ela é hoje. Só assim ela estará apta para auxiliar os outros.

Sergio Guerra é formado em Antroposofia pela Adigo.

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Business Model Generation em ação

O post de hoje é o último da série “em ação”, cujo principal objetivo foi apresentar como as principais ferramentas de gestão e treinamento são utilizadas na prática. Nas publicações passadas, conferimos cases que exemplificaram o uso do gamification e do storytelling e, agora, apresentamos como deve ser o uso do Business Model Generation – também conhecido como Canvas.
A proposta do BMG Canvas é facilitar o design de um modelo de negócios, levando em conta os fluxos de funcionamento de uma organização. Para isso, o suíço Alex Osterwalder, desenvolvedor da ferramenta, sugere uma estrutura lógica, que funciona para a descrição do modelo de negócios de qualquer empresa. Trata-se de um mapa (canvas), dividido em nove diferentes blocos: segmentos de clientes, proposta de valor, canais de distribuição, relacionamento com o cliente, modelo de receita, recursos essenciais, atividades-chave, parceiros-chave e estrutura de custos. Ao montar e refletir sobre esse mapa, líderes e colaboradores conseguem visualizar e entender como uma organização cria, entrega e captura valor no mercado. Vale lembrar que nós já fizemos um post detalhado sobre o assunto, explicando cada um dos nove elementos do Business Model Generation.
Sabemos que na teoria parece fácil. Mas, na prática, as coisas podem ser um pouco mais complexas. Por isso, a SG Soluções e Gestão Empresarial – que possui excelência na aplicação dessa ferramenta – preparou um vídeo explicativo sobre o Canvas, utilizando como exemplo os próprios processos da nossa organização.

Assista ao vídeo e confira como o BMG é um método de fácil aplicação e intuitivo. Além disso, conheça um pouquinho mais sobre o trabalho desenvolvido pela SG.

 

STORYTELLING

Storytelling em ação

Hoje, damos continuidade à nossa série de posts que mostra as principais ferramentas e tendências do momento utilizadas na prática. Depois de vermos como atitudes simples do dia a dia podem ser transformadas em tarefas divertidas com a ajuda do gamification, é hora de entender por que uma boa história pode gerar fidelização e engajamento seguindo as propostas do storytelling.

Como nós já explicamos nesse post completo, contar uma história é uma ótima maneira de se aproximar do seu público alvo, pois o enredo tende a despertar o lado emocional da audiência, gerando identificação ou servindo como inspiração para a mudança de comportamento – trazendo a ação para a vida real. A seguir, confira três exemplos de storytelling que vão te emocionar e impressionar.

Case 1: Doar é a melhor comunicação

Esse vídeo foi criado por uma operadora de celular tailandesa e já atingiu mais de 5 milhões de visualizações na internet. A história é simples, mas bem elaborada, o que causa empatia e emoção entre os telespectadores. Ao longo da narrativa, é possível perceber as diferentes etapas do storytelling: início (apresentação dos personagens, tema e conflito), meio (problema) e fim (moral da história).

Case 2: Happy hour desastroso

O vídeo a seguir alerta sobre o sempre discutido perigo de misturar álcool e direção. Mas, em vez de apostar na forma clássica que estamos acostumados a ver na televisão, os criadores tiveram uma ótima sacada e acrescentaram a tecnologia como diferencial da história. E o resultado ficou ótimo!

Case 3: Vida adolescente na tela do computador

Também de olho na nossa rotina on-line, dois estudantes de cinema canadenses criaram o filme “Noah”, um curta-metragem de 17 minutos que revela o cotidiano multitask de um adolescente. A trama toda acontece na tela do computador do garoto, enquanto ele usa o bate-papo com os amigos no Facebook, fala com a namorada no Skype e acessa inúmeras páginas online – tudo ao mesmo tempo. Quem aqui não se identifica?

Conhece mais algum exemplo legal de storytelling? Então divide com a gente aqui nos comentários ou escreva parasg@sgconsult.com.br.

Fontes: Portal Administradores, Nós Geeks e Info.

GAMIFICATION

Gamification em ação

Quem está sempre de olho no Blog SG já sabe que o gamification é uma das principais tendências do momento – dentro e fora do universo coorporativo. Resumidamente, trata-se de uma ferramenta que se apropria dos conceitos e mecânicas dos jogos para promover a interação e estimular o engajamento de clientes, colaboradores e até da população como um todo. Vale lembrar que nós já fizemos um post completinho sobre o assunto e você pode acessá-lo aqui.

Ok, agora que todos já estamos familiarizados com a teoria do gamification, que tal conferir a utilidade dessa ferramenta na prática? A SG Soluções e Gestão Empresarial selecionou três cases de sucesso que exemplificam como tarefas rotineiras podem ficar muito mais divertidas com um toque de criatividade. Inspire-se!

Case 1: Escorregadores substituem escadas

Nas cidades de Utrecht, na Holanda, e Berlim, na Alemanha, escorregadores foram instalados em estações de trem e metrô como alternativa às tradicionais (e nada emocionantes) escadas. Além de atrair pessoas de todas as idades e transformar uma ação simples do cotidiano em algo divertido, os escorregadores ajudaram a melhorar o fluxo de passageiro dentro das estações.

Case 2: Brincando de reciclar

Com o intuito de aumentar o número de garrafas de vidro destinadas à reciclagem, os suecos criaram um ponto de coleta completamente lúdico e diferente: a lixeira era formada por seis aberturas e, quando utilizada, luzes indicavam o buraco correto onde a pessoa deveria depositar sua garrafa. Para complementar, um painel luminoso mostrava o total de pontos acumulados por cada pessoa. Resultado? Em uma única tarde, a “lixeira divertida” foi usada 50 vezes mais do que a convencional.

Case 3: Salvando vidas

Já na cidade alemã de Hildesheim, a ideia foi usar o conceito do gamification para reduzir os números de atropelamento. Impacientes com os faróis de trânsito, muitos pedestres se arriscavam a atravessar a rua no momento impróprio e acabavam vítimas de acidentes. A solução foi instalar um jogo simples, clássico nos anos 80, perto da faixa de pedestres. Assim as pessoas podiam se distrair enquanto aguardavam a liberação da passagem. Simples, porém muito efetivo!

Quer descobrir como o gamification pode ajudar a conquistar melhores resultados quando o assunto é treinamento? Então se inscreva no CBTD 2013 e participe do nosso workshop “Desmistificando o Gamification – do Conceito à Prática”.

 Fontes: Hypeness, The Fun Theory e StreetPong.

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Sistemas de suporte a performance

Uma vez que a necessidade de treinamento é diagnosticada dentro de uma organização, a questão que logo vem à cabeça de um profissional de T&D é quanto à definição do método, do design e da aplicação desse processo de aprendizagem. Sabemos que boas escolhas são aquelas baseadas nos resultados esperados. Ou seja, primeiro é preciso ter em mente aonde se quer chegar, para depois traçar o melhor caminho até lá. Além disso, é importante levar em conta particularidades da audiência a qual o treinamento será aplicado, como a diferença etária entre os participantes, a possibilidade de resistência ao uso de novas tecnologias e, até mesmo, debates culturais e de valores.

Pensando justamente em facilitar esse processo, os autores Bob Mosher e Conrad Gottfredson criaram o “Sistema de Suporte ao Desempenho”. Trata-se de uma metodologia que ajuda consultores e instrutores a identificarem em qual momento encontra-se a necessidade de treinamento de determinado grupo e, consequentemente, o melhor formato e conteúdo para tal objetivo. De acordo com os pesquisadores, cinco momentos diferentes caracterizam a necessidade de aprendizado. São eles:

1. Quando aprendemos um determinado assunto pela PRIMEIRA VEZ.

2. Quando precisamos aprender MAIS sobre determinado assunto.

3. Quando devemos nos LEMBRAR do que aprendemos, transformando teoria em PRÁTICA.

4. Quando há algum tipo de MUDANÇA no cenário.

5. Quando algo dá ERRADO.

Mosher e Gottfredson também dividem esses momentos em duas fases diferentes. A primeira delas é chamada de “fase de aquisição de conhecimento”, englobando as duas primeiras situações citadas acima. Ao identificar esse cenário, os autores sugerem uma metodologia de treinamento mais formal, pois o assunto será abordado pela primeira vez ou sob um novo ponto de vista. Nesse caso, treinamentos presenciais, dinâmicas de grupo ou o uso de jogos figuram como as melhores opções para garantir o aprendizado.

A segunda fase é conhecida como “aplicação de conhecimento” e refere-se aos três últimos momentos. Aqui é hora de transformar o aprendizado em ação, estando ciente de que mudanças e erros podem surgir ao longo do caminho. Para lidar com esses possíveis imprevistos, Bob Mosher e Conrad Gootfredson sugerem soluções de treinamento informais, fornecendo materiais de suporte para que o colaborador consiga atingir a meta desejada. Algumas alternativas são o uso de material on-line, como os fóruns de discussão, ou o conteúdo mobile, que pode ser acessado a partir de diferentes plataformas.

Aprendemos assim que, apesar de representarem diferentes necessidades, esses cinco momentos estão intimamente ligados. Ou seja, um treinamento deve ser pensando não apenas no momento da aprendizagem, mas também visualizando sua prática e oferecendo suportes para que uma tarefa seja executada com êxito.

Para finalizar, vale lembrar que, no ano de 2011, a SG Soluções e Gestão Empresarial conquistou certificação internacional sobre esse assunto ao participar do workshop Learn Now, em Chicago (EUA). Nós temos a excelência necessária para a aplicação da metodologia de “Sistema de Suporte ao Desempenho”, com garantia de resultados efetivos para a sua organização.

Dúvidas sobre o assunto? Escreve para a gente: sg@sgconsult.com.br

2º Sarau SG

2º Sarau SG inova ao combinar literatura de cordel ao storytelling

No dia 3 de setembro a SG Soluções e Gestão Empresarial reuniu mais de 50 amigos no Auditório da Livraria Martins Fontes, localizado na Avenida Paulista, para mais uma noite de aprendizagem imensurável. Com foco no tema “Diagnóstico de necessidades de treinamento x Avaliação de resultados”, profissionais da área de T&D compartilharam dúvidas, trocaram experiências e sugeriram soluções para esse assunto tão relevante – e o melhor: tudo fluiu de maneira natural e espontânea. “O Sarau está adquirindo vida própria. Nós apenas preparamos o ambiente e a conversa acontece, quase de maneira mágica! O nosso sonho de criar um ambiente propício para a troca e a aprendizagem se materializou.”, comemora Flora Alves, sócia-fundadora da SG.

E foi pelas histórias de Marco Haurélio, natural da Bahia, e João Gomes de Sá, natural de Alagoas, que a magia começou a acontecer. A dupla de cordelistas enriqueceu a noite ao compartilhar conhecimento sobre esse gênero literário tão brasileiro. Com um toque de modernidade e alinhados à prática do storytelling, Marcos e João apresentaram a história de “Dona Hilda e Daniela”, duas personagens que podem ser facilmente reconhecidas nas rotinas de trabalho da área de treinamento e desenvolvimento de pessoas.

A partir daí, o público mostrou-se ainda mais engajado e, acima de tudo, inspirado para a discussão do tema proposto. Dúvidas relacionadas às opções metodológicas foram constantemente levantadas pelos participantes, que buscavam identificar o método mais eficaz para o diagnóstico de necessidades de treinamento. Além disso, a influência de questões culturais e a necessidade de estabelecer parcerias para o sucesso de um programa de aprendizado também foram alguns dos assuntos abordados pela audiência.

A lição que ficou desse ambiente de compartilhamento de ideias é que não há como desenvolver um treinamento de sucesso sem antes especificar qual é o resultado almejado após sua aplicação. E para isso acontecer é necessário um comprometimento de responsabilidades entre o profissional de T&D, a organização e a liderança da área treinada. “O tema foi tão rico que merecia muitos outros encontros”, declarou Flora.

Para concluir a noite de sucesso, vinhos e queijos deixaram o bate-papo ainda mais gostoso. Assim, além de discutir importantes tendências da área de treinamento e desenvolvimento, o Sarau SG é também uma ótima oportunidade para rever antigos amigos, fazer novos e colocar a conversa em dia. Afinal, é nesse ambiente descontraído que surgem ótimas ideias para os melhores encontros… então, que venha o 3º Sarau!

Sarau SG

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Conheça as vantagens do Self Training

Uma das principais características da tão falada “globalização” é o encurtamento de distâncias. O desenvolvimento da tecnologia e o avanço dos modelos de comunicação trouxeram como resultado o fim das fronteiras. Afinal de contas, hoje é possível estar virtualmente presente em diversas cidades, tão rápido quanto um clique. E com diversas oportunidades espalhadas nos mais diferentes pontos, são muitas as empresas que ampliam sua área de atuação, mantendo sedes e colaboradores em diferentes cidades do Brasil e até do mundo.

Entretanto, é nas grandes cidades globais que temos uma maior oferta de serviços, como as consultorias de treinamento e desenvolvimento humano. No Brasil, por exemplo, encontramos as principais empresas da área na região sudeste, e diante das dimensões continentais do país, organizações espalhadas em outras regiões podem encontrar certa dificuldade na hora de desenvolver um programa de treinamento. Além disso, os custos relacionados à viagem e deslocamento de equipe costumam ser altos e, muitas vezes, acabam inviabilizando o projeto.

Pensando nesse cenário, a SG desenvolveu um produto exclusivo chamado Self Training, o programa ideal para as empresas que precisam suprir uma demanda de T&D, mas enfrentam restrições geográficas ou de verba. A grande vantagem do Self Training é que, diferente de outras opções disponíveis no mercado, ele não é um pacote pré-formatado, mas customizado de acordo com as necessidades da organização, garantindo assim resultados efetivos. Além disso, o programa dispensa a intervenção de consultores externos para a aplicação dos treinamentos, pois o material desenvolvido é disponibilizado eletronicamente para o cliente, gerando assim economia de custos.

Como funciona o Self Training?

Conheça o passo a passo do programa.

1. Entre em contato com a SG Soluções e Gestão Empresarial e explique a sua demanda de treinamento.

2. A equipe da SG irá desenvolver um programa de treinamento completamente exclusivo, de acordo com as necessidades da organização.

3. Uma vez que os custos são aprovados, o material é disponibilizado virtualmente para a empresa contratante.

5. A organização faz o download do material e, com o auxílio de um multiplicador próprio, já pode aplicar o treinamento.

A SG está sempre preocupada em oferecer soluções inovadoras, alinhada às principais necessidades do mercado. Para saber outras informações sobre o programa, não hesite em entrar em contato conosco. Além do Self Training, nós disponibilizamos uma série de outros produtos. Divida com a gente a realidade da sua empresa e nós vamos ajudá-lo a diagnosticar qual o programa ideal para a sua empresa. Nosso e-mail é sg@sgconsult.com.br.

Copa do Mundo

Você está preparado para a Copa do Mundo?

Esqueçam as apostas, os bolões e as previsões de qual será o time campeão do mundo. O post de hoje não é uma discussão futebolística, mas um convite à análise de equipes, colaboradores, líderes e serviços oferecidos. Por isso, responda sinceramente: sua organização está preparada para suprir a demanda e tirar o melhor proveito da Copa do Mundo de 2014? Estudos de mercado apontam que, na maioria das vezes, a resposta para essa pergunta é negativa.

Muito se engana quem pensa que apenas setores ligados ao comércio e ao turismo serão impactados pelo evento esportivo. Empresas de construção civil, fornecimento de energia e tecnologia da informação são algumas áreas altamente exigidas – tanto antes quanto durante a Copa do Mundo. E o maior desafio dessas organizações é encontrar e manter colaboradores com qualificação compatível ao cargo.  Pesquisas indicam que mais da metade das empresas brasileiras sofrem com esse problema, enquanto a média mundial é de 31%.

Então, qual a melhor formar de lidar com esse déficit de mão de obra? Muitos especialistas concordam que a solução está no investimento da área de recursos humanos, através de ferramentas e políticas de treinamento e desenvolvimento. Isso porque, quando uma empresa investe no aprendizado e no crescimento de um colaborador, o número de retenção aumenta consideravelmente. Ou seja, alinhados às expectativas e demandas da empresa, o profissional é capaz de se desenvolver e alcançar novas posições dentro da companhia. Além disso, investir no treinamento dos colaboradores atuais sai muito mais barato do que contratar um novo profissional.

Outro problema que as organizações enfrentam é a falta de líderes qualificados. Afinal, cabe a ele alinhar os subordinados de acordo com os objetivos da empresa, motivando-os e, também, proporcionando um ambiente ideal para a execução das tarefas. Quando a liderança é fraca, o serviço não é desempenhado da maneira correta, comprometendo resultados e limitando o crescimento da organização no mercado.

Voltando à importância do Treinamento & Desenvolvimento, desenvolver lideranças qualificadas requer programas exclusivos que sejam não só eventos pontuais, mas sim uma jornada focada na obtenção de resultados.

Estamos há menos de 365 dias da Copa do Mundo e apenas três anos nos separam dos Jogos Olímpicos de 2016. O cenário é positivo, mas é preciso estar preparado para enfrentá-lo. Por isso, as organizações que investirem no desenvolvimento de seus colaboradores de maneira eficaz terão grande vantagem competitiva. Mas lembre-se: as ações de treinamento e desenvolvimento devem ser sempre encaradas como educação continuada, capaz de antecipar as necessidades de uma organização.

Resultados

Avaliação e mensuração dos resultados de treinamento

No post passado, a SG Soluções e Gestão Empresarial reuniu algumas estratégias sobre a melhor forma de avaliar a necessidade de treinamento numa organização. Para complementar o assunto, hoje falaremos sobre os principais níveis de avaliação de treinamento. Apesar de essa ser considerada uma etapa fundamental dos programas de desenvolvimento, ainda são poucas as empresas que procuram mensurar os resultados dessas ações.
A primeira vista, essa avaliação vai identificar se o investimento feito pela organização valeu à pena. Além disso, tal investigação ajuda a aperfeiçoar os programas de treinamento que, diante de resultados positivos, passam a ser vistos como investimentos e não mais como despesas. Lembre-se que colaboradores bem capacitados sempre conquistam melhores resultados.
O autor Donald Kirkpatrick continua superatual e, segundo ele, existem quatro níveis para a avaliação de um treinamento. Alguns são mais imediatos e simples, enquanto outros exigem ações de longo prazo. Por isso, o cenário ideal é aquele em que todos os níveis propostos sejam aplicados em sequência, para que as informações adquiridas sejam as mais verossímeis possíveis. Os níveis de avaliação são:
1. Reação
Deve-se mensurar a reação dos participantes logo após o programa de treinamento. As informações podem ser colhidas por meio de questionários que serão respondidos pelos colaboradores ou até por abordagens mais informais, como a coleta de comentários verbais ao término da ação. Nesse momento, é importante ter como método comparativo o briefing elaborado para o treinamento, além de avaliar quesitos como empolgação, comprometimento, atenção e motivação dos participantes.
2. Aprendizado
De acordo com o autor, a mudança na forma de perceber a realidade, o aumento de conhecimentos e o aumento de habilidades caracterizam a aprendizagem. A estratégia aplicada para a confirmação dessa competência é feita, muitas vezes, por meio de testes que são aplicados antes e depois do treinamento, servindo como base comparativa. Para que esse objetivo seja alcançado, é fundamental que o programa de desenvolvimento ofereça um ambiente propício para a prática e a vivência do conteúdo abordado.
3. Comportamento
A participação no treinamento deve acarretar uma mudança efetiva e substancial de conduta. Kirkpatrick afirma que para essa mudança ocorrer são necessárias as seguintes condições: a pessoa precisa querer mudar; a pessoa precisa saber o quê e como mudar; a organização precisa oferecer o clima correto; o colaborador precisa ser premiado pela mudança. Nesse nível, a avaliação costuma ser feita por um supervisor direto ou até com um questionário de auto-avaliação, alguns meses após a aplicação do treinamento. Temos modelos que permitem esse nível de avaliação de resultados em um trabalho de parceria com os gestores das equipes treinadas.
4. Resultados
Define se o objetivo principal do treinamento foi alcançado, como o aumento de produção, a melhoria da qualidade, a redução de custos, etc. Mesmo quando o objetivo de um treinamento não é tangível, como melhorias na liderança, comunicação ou gerenciamento de uma empresa, espera-se que um bom treinamento sempre culmine em resultados mensuráveis. Embora grande parte das organizações ainda sofra para a realização das avaliações neste nível, é necessário lembrar que um treinamento começa pelo fim. Isso significa que o grande segredo está no cuidado com o levantamento de necessidades e o estabelecimento de indicadores antes do treinamento.
E as possibilidades não param por aí. O ROI (Return on Investment) constitui o nível 5 e acessa o valor de um programa.
Por que a avaliação de resultados vale a pena?
– Para identificar o retorno do investimento realizado.
– Melhorar efetivamente o desempenho da empresa no mercado, atingindo objetivos estratégicos.
– Identificar falhas e aprimorar programas de treinamento.
– Aprimorar a competência dos colaboradores da organização.
Não se esqueça que o “2º Sarau SG” terá como tema principal o Diagnóstico de necessidade de treinamento X Avaliação de resultados. Fiquem de olho na nossa fan page e aqui no blog para mais discussões sobre o assunto!

Treinamento

Como avaliar a necessidade de treinamento numa organização?

Os leitores que acompanham a fan page da SG Soluções e Gestão Empresarial já estão por dentro do próximo assunto a ser discutido no “2º Sarau SG”. Com a ajuda do público chegamos ao tema “Diagnóstico de necessidades de treinamento X Avaliação de resultados”, que terá como objetivo discutir como práticas de levantamentos de necessidade bem aplicadas culminam em treinamentos mais adequados, oferecendo resultados satisfatórios e assertivos.
Antes de mergulharmos de cabeça nesse assunto no dia 3 de setembro, vamos começar a aquecer com posts especiais sobre o tema. Hoje trazemos uma breve discussão sobre o diagnóstico das necessidades de treinamento.
Atualmente vivemos a chamada “Era da Informação”, época em que a tecnologia toma cada vez mais espaço em nossas vidas e o conhecimento circula em velocidade e volume gritantes. Os cenários se transformam em um curto espaço de tempo e, com isso, aumenta a necessidade de treinar, capacitar e preparar os colaboradores de uma organização constantemente. O problema é que, muitas vezes, prazos complicados, falta de informação e falhas no processo de levantamento de necessidades acabam minando diversos projetos de educação corporativa.
Por isso, muito tem se falado na demanda por um maior empenho no momento do levantamento das necessidades de treinamentos, com estratégias adequadas às particularidades de cada empresa. O primeiro desafio é identificar se o treinamento é, realmente a melhor solução. Pode parecer simples, mas esse diagnóstico deve responder três importantes perguntas: Quem está necessitando de treinamento? Onde há maior urgência de treinamento? Que espécie de treinamento deve ser ministrado? Dessa forma, será possível saber o que um colaborador ou grupo precisa aprender, preenchendo a lacuna existente entre o êxito presente e o solicitado.
Entretanto, descobrir as respostas para tais perguntas é tarefa das mais árduas. Dentre as muitas estruturas de análise propostas, um bom diagnóstico deve sempre considerar os seguintes pontos:
1. Definição das necessidades
Trata-se do resultado que um determinado treinamento deve trazer: aumentar o lucro, reduzir custos, diminuir a rotatividade de pessoal, etc. Aqui, deve-se levar em conta a política, visão, valores e missão da organização.
2. Definição e análise dos requisitos de competência
Novas demandas surgem a todo momento, provenientes de fontes internas e externas à organização. Nesse caso, deve-se levar em conta possíveis solicitações dos colaboradores, reclamações de clientes, legislação e normas, pesquisas de mercado, etc.
3. Análise crítica das competências
Também é preciso saber se um colaborador está desempenhando suas tarefas da maneira esperada. Entrevistas individuais, discussões em grupo e a aplicação de questionários permitem o levantamento de informações bem próximas à realidade.
4. Lacuna de competência
A análise das estratégias aplicadas até agora permitem uma comparação efetiva das competências existentes com as requeridas e, assim, enumerar quais são os pontos faltantes.
5. Identificação de soluções
As propostas devem ter como objetivo eliminar as lacunas de competências, podem ser treinamentos ou outras estratégias de aprendizado.
Entretanto, o trabalho não acaba por aí. Antes de colocar um treinamento em prática é importante definir, de maneira muito clara, quais os objetivos e resultados esperados ao término dessa ação. Só assim será possível avaliar, com clareza, o seu sucesso no futuro.
No próximo post falaremos mais sobre a necessidade de avaliação de resultados. Aguardem!

SBDG

Sérgio Guerra será palestrante no Congresso Brasileiro de Dinâmica dos Grupos

Mais uma vez a SG Soluções e Gestão Empresarial confirma a sua relevância na área de RH e T&D, carimbando sua participação em um evento de importância nacional. O encontro da vez é o VIII Congresso Brasileiro de Dinâmica dos Grupos, que acontecerá entre 23 e 25 de setembro, na cidade de Porto Alegre. Organizado pela Sociedade Brasileira de Dinâmica dos Grupos e famoso pelo seu ambiente que estimula o aprendizado e a troca de experiências, a edição de 2013 contará com o workshop “Como sua autobiografia pode auxiliar no processo de desenvolvimento de pessoas”, que será ministrado por Sérgio Guerra.
De acordo com o sócio-fundador da SG, o maior desafio de um líder de grupo é conciliar os anseios particulares de cada membro da equipe com os objetivos da empresa. “Pouco se discute o ser humano e o quanto somos cobrados. Temos dias ruins, decepções e necessidades. Lidamos com seres humanos, por isso precisamos pensar de forma diferente”, ressalta. Apesar das inúmeras ferramentas que chegaram nos últimos anos para ficar, como o World Café, o Gamification, o Business Model You e o Storytelling, a grande tendência da área de T&D continua sendo pensar com foco no ser humano. “Temos dois extremos no mercado de trabalho: pessoas superqualificadas, mas com pouca experiência profissional e pessoas superexperientes em busca de qualificação”, aponta Sérgio. Diante disso, o maior desafio do líder atual é entender as características, as necessidades e os anseios dessas pessoas tão diferentes.
E é aí que está o “x” da questão: não podemos falar em liderança e entendimento do outro sem antes entendermos quem somos, nossas habilidades e o que queremos. Dessa forma, é possível criar programas de liderança mais humanizados e que conquistem melhores resultados. Por isso, falar do “eu” e a nossa autobiografia passa a ser algo muito importante. A expectativa é que o workshop “Como sua autobiografia pode auxiliar no processo de desenvolvimento de pessoas” ajude líderes a identificarem o seu verdadeiro “eu”. Analisando quais são seus pontos fortes no processo de liderança e quais precisam ser desenvolvidos. “Conhecer a própria trajetória é importante para entender melhor o ‘outro’ e melhorar a capacidade de liderar”, explica o palestrante.
No escritório da SG, os preparativos para a elaboração do workshop já estão a todo vapor! Entre estudos, pesquisas e esboços da apresentação, toda a equipe está envolvida nessa demanda mais que especial e desafiadora. E quando questionado sobre como sua biografia pode facilitar o desenvolvimento de pessoas, Sérgio Guerra não tem dúvidas: “acredito que a forma como nos relacionamos com as pessoas é o grande segredo”. Portanto, os participantes que já confirmaram presença no evento podem esperar um workshop dinâmico e cuidadosamente elaborado para auxiliar no desenvolvimento do outro.
Clique aqui e veja a programação completa do evento. Contamos com a sua participação!

Nosso Desenvolvimento

Entrevista

Tenha sucesso na entrevista de emprego

Chegamos, então, ao post que concluíra a nossa série especial, dedicada aos leitores que buscam por uma nova posição no mercado de trabalho. Na semana passada, Sérgio Guerra deu dicas importantíssimas sobre como elaborar um bom currículo. Dessa vez, o sócio-fundador da SG Soluções e Gestão Empresarial traz detalhes importantíssimos para quem quer se sair bem em um dos momentos mais esperados na busca por um emprego: a entrevista presencial.
Atente-se que essa é a sua oportunidade de causar uma boa impressão e conquistar a tão sonhada vaga. Apesar da pressão, procure relaxar e confie no seu talento! A seguir, saiba como encarar a seleção numa boa.
1. Chegou o grande dia! Levante cedo para evitar qualquer atraso, tome um bom banho, alimente-se bem e confira se todos os documentos solicitados estão em ordem.
2. Vista-se de acordo com o perfil da empresa. Se a organização prioriza trajes formais, invista na combinação clássica de terno e gravata. Já as mulheres vão causar uma boa impressão com um elegante terninho. Cuidado com as calças jeans, mesmo em ambientes informais. Geralmente, a peça não é bem vista em entrevistas de trabalho. Evite também camisetas com estampas ou frases polêmicas e nunca, nunca mesmo, vá ao recrutamento vestindo uma camiseta de time de futebol.
3. Mulheres: nada de carregar na maquiagem e no perfume. Um make básico, com rímel, blush e batom é suficiente para destacar a feminilidade e garantir a seriedade. O cabelo preso em coque ou rabo de cavalo também cai bem.
4. Hoje em dia, tatuagem já se tornou algo comum para a maioria das pessoas. De qualquer forma, se você tiver algumas espalhadas pelo corpo, procure não mostrá-las demais.
5. Tente relaxar durante o percurso da sua casa até o local da entrevista. Lembre-se que você já passou por uma parte significativa do processo e conseguiu despertar o interesse do entrevistador para te conhecer. Confie no seu currículo e na sua experiência para mostrar que você é o melhor candidato para a vaga.
6. Diante do entrevistador, fale sempre de forma clara e com firmeza. Caso ele te pergunte algo sobre um assunto do qual não saiba, seja sincero e admita sua falta de conhecimento, não invente nada e nunca minta. Depois, reforce que você irá pesquisar sobre o assunto, pois despertou muito o seu interesse.
7. Pense antes de falar. Caso sinta-se nervoso ou desconfortável, respire fundo e procure relaxar para continuar o assunto.
8. Esteja preparado para os mais diversos tipos de seleção. Atualmente, as empresas utilizam várias ferramentas para conhecer seus candidatos, e uma das mais comuns é a pesquisa nas redes sociais. Por isso, muita atenção ao que você escreve em seu blog, Twitter, Facebook, etc.
8. Seja uma única pessoa e tenha coerência entre o que você diz e o que faz.
A SG Soluções e Gestão Empresarial quer saber se as dicas postadas ao longo dessa série lhe foram úteis na busca de um emprego. Divida suas impressões conosco na área de comentários ou escreva para sg@sgconsult.com.br. Boa sorte!

Dicas

Dicas para elaborar um bom currículo

Hoje trazemos o segundo post da série “Buscando uma posição no mercado de trabalho”. Quem acompanhou o nosso blog nas últimas semanas, pôde conferir uma matéria repleta de dicas sobre como escolher a empresa de acordo com o seu perfil. Feito isso, é hora de seguir rumo ao segundo – e importantíssimo – passo: a elaboração do currículo.
Ao fazer um “CV”, o candidato deve ter em mente que o objetivo desse documento é atrair a atenção do RH da organização a qual ele se candidatou. Por isso, o currículo deve ir direto ao ponto. Procure organizar as informações de maneira objetiva e sucinta, utilizando palavras-chaves que demonstrem suas habilidades e diferenciais, prendendo a atenção do recrutador. E lembre-se: sinceridade acima de tudo! Não adianta listar competências que você não tem.
Confira as dicas do sócio fundador da SG Soluções e Gestão Empresarial, Sérgio Guerra, e saiba como fazer o seu currículo se destacar:
1. Crie uma estratégia de envio do seu currículo para cada uma das empresas que você deseja se candidatar. Isso quer dizer que pequenas mudanças devem ser feitas, antes de disparar o documento para o RH. Tenha em mente que cada empresa é única, com missões e valores diferentes. Portanto, o seu currículo também deve ser!
2. Atente-se ao que a organização em que você quer trabalhar espera ler em seu currículo. Aqui vai uma informação valiosa: quem costuma fazer a triagem dos documentos é uma pessoa que, muitas vezes, não faz parte da área contratante. Por exemplo, você vai aplicar para uma vaga em finanças, mas a pessoa que fará a seleção dos candidatos é um profissional de RH. Para não cair nessa armadilha, a dica é evitar termos muito técnicos ou em inglês. Caso tenha que fazer uso de uma dessas palavras, utilize-a de forma efetiva, sem menosprezar o conhecimento do selecionador.
3. Enquanto jargões devem ser usados com cautela, palavras-chaves que ajudam a dar ênfase a ações importantes que você tenha executado no passado são mais que bem-vindas! Por exemplo: “desenvolvi um projeto que proporcionou uma redução de custos na ordem de X milhões de reais”.
4. Escreva as principais informações sobre você e sua carreira de maneira resumida e direta. Atente-se que o seu texto deve despertar o interesse do recrutador em querer te conhecer e saber mais informações sobre você.
5. Ao finalizar o seu CV, peça para alguém de sua confiança analisar o documento. Depois, pergunte se ele chamaria essa pessoa (no caso você) para uma entrevista.
6. Se você conhece alguém da área contratante e tiver um determinado grau de intimidade e liberdade, vale a pena entrar em contato e mencionar que o seu currículo já foi enviado para área de RH. Atenção, pois o objetivo aqui é apenas comunicar. Nada de pedir um ajuda ou “aquela forcinha”, tais práticas vão totalmente contra a ética do RH.
Boa sorte!
No próximo post da série: dicas para se sair bem na entrevista.

Storytelling

De olho na ferramenta: Storytelling

Hoje chegamos ao último post da série “De Olho na Ferramenta”. Ao longo das últimas semanas, você pode entender mais sobre algumas ferramentas que são tendência na área de treinamento e desenvolvimento de pessoas. Começamos com o Business Model Generation (Canvas), seguimos com uma explanação sobre Gamification e, agora, a SG Soluções e Gestão Empresarial explica os principais pontos do Storytelling.

Como o próprio nome da ferramenta já sugere, estamos falando sobre a arte de contar uma história como forma de repassar e compartilhar conhecimentos. O resultado é efetivo, pois histórias são envolventes, prendem a atenção do público, despertam o lado emocional, além de servirem como exemplo e inspiração. É uma maneira de aproximar empresas e pessoas, sejam elas seus clientes ou seus colaboradores.

Na área de treinamento e desenvolvimento de pessoas, o Storytelling busca uma “conexão” instantânea com o funcionário. É importante que o enredo apresentado cause identificação entre personagem e pessoas. Isso permite ao colaborador engajamento, trazendo a ação para a vida real. Em um cenário de transformação, por exemplo, uma organização pode criar uma ação baseada na história de um “herói” a fim de perpetuar novas posturas e atitudes.

Mas por que essa é uma ferramenta tão efetiva? O segredo está no fato de que uma informação é facilmente assimilada quando é estruturada de maneira coerente. Ou seja, com começo, meio e fim. De acordo com especialistas no assunto, uma história bem contada deve seguir a seguinte estrutura:

1. Apresentar um evento extraordinário: representa uma quebra de rotina, um cenário que implicará em mudanças.

2. Ter um protagonista: é o personagem principal da história. Deve ser carismático, gerar identificação e causar inspiração entre os colaboradores.

3. Ter um antagonista: pode ser um vilão (pessoa) ou qualquer outro obstáculo que possa aparecer no caminho do protagonista.

4. Apresentar situações de conflito: nada mais é do que o embate entre protagonista e antagonista. É o que gera tensão e desperta a atenção do público.

5.  Narrar uma história coerente: é importante apresentar os fatos cronologicamente, de modo que faça sentindo para as outras pessoas.

Entretanto, estrutura não é tudo. Em um ambiente de treinamento e desenvolvimento de pessoas é muito importante “saber contar uma história” para garantir resultados efetivos. Nesse caso, um narrador é essencial, pois caberá a ele conduzir o público espectador do início ao fim. Esse é o papel da SG Soluções e Gestão Empresarial na hora de colocar tal ferramenta em prática. Além de envelopar toda uma “estratégia”, nós sabemos como apresentar tais informações de maneira eficiente, que futuramente serão convertidas em resultado.

Em ambientes de trabalho cada vez mais permeados pelas redes sociais e composto por profissionais de diferentes gerações, o Storytelling mostra-se como uma ferramenta de comunicação extremamente efetiva. Afinal, contar, compartilhar e criar histórias faz parte da vida de todos.

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Por dento do 1º Sarau SG

No dia 25 de junho a SG Soluções e Gestão Empresarial reuniu amigos, clientes e colaboradores durante a realização do “1º Sarau SG”, que aconteceu no Auditório da Livraria Martins Fontes, localizado na Avenida Paulista. Apesar da tarde chuvosa, do trânsito complicado e das constantes manifestações que tem tomado o endereço mais famoso da cidade de São Paulo, mais de 40 pessoas compareceram ao evento para curtir uma boa música e debater sobre “os desafios da liderança sob a perspectiva global” de maneira inteligente e descontraída.
“O Sarau já era um sonho antigo, que agora vira realidade”, revela Flora Alves, sócia fundadora da SG Soluções e Gestão Empresarial. Trata-se de um encontro que estimula a conversa e o compartilhar, proporcionando uma ótima oportunidade de pausa para a reflexão. “É uma proposta que reflete os valores da nossa empresa”, completa Flora. Vale lembrar que o sarau é um evento cultural ou musical, onde as pessoas se encontram para se expressarem ou se manifestarem artisticamente. Ou seja, todos os participantes podem contribuir com suas impressões, experiências e conhecimentos.
E foi justamente isso que aconteceu durante o bate-papo sobre os “desafios dos líderes”. O tema, cada vez mais relevante dentro das organizações, também foi um dos principais focos de discussão durante o último Congresso da ASTD. Por isso, muito do que foi adquirido durante essa experiência pela SG acabou por ser compartilhado com o público presente no Sarau. Conforme o tema evoluía, as pessoas foram se engajando, opinando e oferecendo suas perspectivas. “Ouvir as pessoas que estão inseridas nesse universo é essencial para a construção de uma abordagem e uma metodologia de atuação eficiente”, explica Flora Alves. Outros assuntos interessantes também foram levantados pelo público. O uso excessivo da tecnologia e como isso afeta nossos relacionamentos, por exemplo, foi um dos pontos mais lembrados pelos participantes.
Ao término da discussão, todos os presentes foram convidados a brindar ao sucesso da SG Soluções e Gestão Empresarial, que completa 10 anos no mercado nesse ano de 2013. “É difícil encontrar palavras para descrever esse momento. Ficamos muito emocionados e agradecidos pelo carinho de todos”, declara a sócia fundadora da SG. Com música boa, papo inteligente e pessoas interessantes, o 1º Sarau SG foi um sucesso e firma o evento como um espaço para a troca, o compartilhamento e o aprendizado.
O balanço final foi tão positivo que o próximo encontro já tem data para acontecer! Será no dia 3 de setembro, a partir das 18:30h, no mesmo local. Traremos mais um tema relevante, temperado com uma pitada de arte e gastronomia. “Nossa cabeça já está borbulhando de ideias para tornar esse novo Sarau inesquecível”, finaliza Flora.
Fique de olho. Em breve divulgaremos mais novidades sobre o 2º Sarau SG e você poderá estar lá com a gente!

Sarau SG

careerAdvice

Buscando uma nova posição no mercado de trabalho

Procurar um emprego não é tarefa fácil. Seja quem está em busca do primeiro ou de um novo, conseguir uma colocação no mercado de trabalho envolve muita dedicação. Diante dessa situação, sempre vêm a dúvida: como se destacar dentro de um mar cada vez mais furioso de candidatos? Primeiramente, disparar dezenas de currículos por dia está longe de ser a melhor estratégia. “O mercado está muito concorrido e os candidatos cada vez mais qualificados, com isso as empresas ficam muito exigentes nas suas escolhas”, alerta Sérgio Guerra, sócio fundador da SG Soluções e Gestão Empresarial. Por isso, o grande diferencial de quem pretende ingressar no mercado de trabalho é mostrar-se o mais capacitado possível para a vaga a qual se candidata.

No geral, há três pontos principais que é preciso atentar-se antes de iniciar a busca: a escolha das empresas às quais pretende se candidatar, a elaboração do currículo e a entrevista presencial. Hoje, vamos voltar nossas atenções a esse primeiro passo, que muitas vezes é negligenciado por boa parte dos candidatos: a de procurar organizações que vão de encontro ao seu perfil de trabalho. A seguir, confira as dicas elaboras por Sérgio Guerra e que vão te ajudar a obter sucesso nessa jornada.

1. Faça uma autoavaliação: enumere seus pontos fortes e o que você sabe fazer de melhor. Além disso, pense quais são os seus diferenciais quando comparado com os outros candidatos. Leve em conta também sua área de especialização (ou experiência) e em qual gostaria de atuar.

2. Analise o mercado de trabalho de acordo com a área em que deseja atuar: compare o que mercado exige e o que você tem a oferecer. Caso identifique que algo está faltando – como uma segunda língua, por exemplo – é necessário traçar uma estratégia para adquiri-la. Assim ganhará forças para competir de igual para igual com os outros candidatos.

3. Escolha a empresa na qual quer trabalhar: obviamente você não terá apenas uma opção, mas é importante levar em conta o segmento no qual deseja atuar. Além disso, considere o local de trabalho e o tempo de deslocamento que precisará para chegar até lá.

4. Pesquise: definida as informações solicitadas acima, é hora de iniciar sua pesquisa! Além de utilizar a internet como ferramenta de busca, procure plataformas alternativas como revistas especializadas e indicação de amigos.

5. Conheça as empresas nas quais pretende trabalhar: consulte o site da empresa e, também, procure por mais informações em jornais e revistas. Nessa pesquisa é importante analisar qual a missão e os objetivos da organização, qual o perfil e a competência de seus colaboradores, etc. Depois, compare tais informações com o seu perfil e responda sinceramente: você seria interessante para essa empresa?

Para finalizar, é preciso ter em mente que procurar emprego requer tanto empenho e dedicação quanto um dia de trabalho. “Levante cedo, leia jornais e revistas para  atualizar-se das principais informações e, depois, inicie as pesquisas e a elaboração dos currículos”, recomenda Sérgio Guerra. Definitivamente o caminho é longo, mas com dedicação e persistência é possível chegar lá!

No próximo post da série: cuidados na hora de elaborar o seu currículo.

gamification

De olho na ferramenta: Gamification

No segundo post da nossa série “De olho na ferramenta”, vamos explicar os conceitos básicos do “gamification”: uma tendência relacionada ao uso das mecânicas de games/jogos para estimular o engajamento. A ferramenta busca promover uma interação efetiva e fiel entre pessoas e empresa, oferecendo recompensas aos jogadores que completarem determinadas tarefas. Mas, afinal de contas, por que um simples jogo consegue mobilizar tantos participantes? Jane McGonial, especialista no assunto e autora do livro “Reality is Broken”, responde essa pergunta ao destacar as seguintes características dos games:

1. O jogo oferece ao jogador um senso de propósito, em que a meta é o resultado específico que se espera dele.

2. Todos os jogadores compactuam com regras que estabelecem a maneira de se alcançar o resultado. Isso limita as formas óbvias de alcanças um objetivo, estimulando a criatividade e o pensamento estratégico.

3. Todo jogo conta com um sistema de feedback, que informa o jogador o quanto ele está se aproximando de sua meta. Tal detalhe mostra que a meta é algo atingível, motivando ainda mais o participante.

4. A participação é totalmente voluntária. Ou seja, o jogador aceita as regras propostas e tem liberdade para parar a qualquer momento.

5. O jogo gera stress intencional, tornando a atividade prazerosa e desafiadora, ao mesmo tempo.

Acima de tudo, jogos são capazes de deixar seus participantes ainda mais felizes. A prova disso está no alto número de pessoas adeptas aos games. Segundo dados apresentado no livro de McGonial, 69% dos chefes de família jogam vídeo-game; 97% dos jovens jogam no computador e no vídeo-game tradicional; 40% dos jogadores são mulheres; 1 em cada 4 jogadores tem mais de 50 anos; a idade média dos jogadores é de 35 anos, estima-se que eles jogam há cerca de 12 anos; para finalizar, a maioria dos jogadores espera continuar jogando para sempre.

Diante de números extremamente positivos, muitas organizações têm adotado os conceitos dessa ferramenta para seu público interno, estimulando seus colaboradores e fortalecendo processos de trabalho. Afinal, o uso de dinâmicas de jogo instiga duas fortes características que todos nós temos: a cooperação e a competitividade. Além de ajudar a transformar as tarefas básicas do dia a dia em algo menos mecânico e mais desafiador, o “gamification” é uma ótima estratégia para alinhar os funcionários em busca de um mesmo objetivo.

Outra importante característica dessa ferramenta é o alto índice de participação e, também, o rápido retorno. Porém, resultados eficazes só são alcançados quando há o conhecimento certo para a aplicação do “gamification”. A SG Soluções e Gestão Empresarial possui total expertise para o desenvolvimento de estratégias completamente customizadas, alinhadas aos objetivos e necessidades de uma companhia. Nossa consultoria estará envolvida em todos os estágios desse rigoroso processo: execução, aplicação e monitoramento dos resultados.

Seja através das mídias sociais ou, até mesmo, em um ambiente não-virtual, os métodos de jogo se mostram eficientes para tornar a rotina de trabalho muito mais agradável. Alguns resultados são mensurados pelo aumento da participação de colaboradores em workshops e eventos, ou com o envio de sugestões de novos processos e produtos. É notável um aumento no sentimento de “pertencimento” à companhia.

Utilizada também como ferramenta do marketing digital, o “gamification” tem ajudado na divulgação, comunicação e captação de novos clientes para uma marca. Como acontece em um jogo, é necessário estabelecer regras, desafios, um sistema claro de monitoramento e, obviamente, prêmios – esse último pode ser físico ou virtual. Muitas vezes, reconhecimentos simples, como um ranking ou a conquista de “medalhas virtuais”, são tão eficazes quanto um objeto de valor ou um voucher de desconto, por exemplo.

O “gamification” é a ferramenta certa para engajar colaboradores e clientes, atingindo os principais objetivos propostos por uma organização. Se você busca isso para a sua empresa, não deixe de falar com a gente! Temos um time especializado e a postos para responder todas as suas dúvidas sobre mais essa tendência inovadora.

No próximo post da série: saiba mais sobre o storytelling.

Assista ao vídeo abaixo e confira como uma ação rotineira torna-se muito mais divertida, de acordo com a proposta do “gamification”:

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Design Summit na Revista T&D!

Os interessados que buscam informações mais detalhadas sobre o Business Design Summit não podem perder o próximo número da Revista T&D – Inteligência Corporativa. A publicação traz uma matéria completa sobre o evento, produzida por Flora Alves. No artigo, a sócia fundadora da SG Soluções e Gestão Empresarial relata os pontos altos do evento, que aconteceu em abril na cidade de Berlim, e reuniu mais de 250 profissionais do mundo inteiro.

De acordo com Flora, dentre as diversas palestras, depoimentos, ferramentas e workshop oferecidos pelo evento, merecem destaque a atividade proposta por Patrick van der Piji, que teve foco em antecipação de fatos e possibilidades, e a explanação de Yves Pigneur sobre o uso do Canvas para a prototipagem e integração de modelos de negócios. No quesito entrevista, o bate-papo ente Lisa Kay (apresentadora do evento) e Lisa Chen (executiva da Toyota Financial Service) foi uma das que mais agradaram o público presente. Quanto à apresentação de novas metodologias, Luke Hohmann defendeu brilhantemente o uso do “gamification” para aprimorar a gestão de uma empresa.

Adotando um olhar crítico, que vai além da participação dos profissionais convidados e dos palestrantes, Flora também aborda os cuidados adotados pela curadoria do evento em relação à produção, espaço e logística do Business Design Summit. No geral, todos esses pontos foram muito bem trabalhados, ajudando a tornar esse evento inédito em um verdadeiro sucesso. Um pequeno detalhe que fez toda a diferença em relação a outros workshops, por exemplo, foi a possibilidade de compartilhamento do conteúdo, ampliando o campo de aprendizado. Todos os participantes receberam cópias das apresentações, além de um livreto repleto de informações valiosas que foram discutidas ao longo do encontro.

Outro diferencial foi que a todo o momento os participantes eram estimulados a dividir suas impressões e agregar experiências aos modelos propostos. “Durante o evento eu tive muitas conversas inspiradoras. Descobri novas ferramentas e conceitos, além de novos insights e pensar a melhor maneira de combiná-los”, relata Flora Alves.

Se vocês gostaram dessa pequena prévia e ficaram ainda mais curiosos para saber o que aconteceu durante os dois dias de Business Design Summit, não deixem de conferir a matéria completa na Revista T&D – Inteligência Corporativa. Depois, aproveitem esse espaço para dividir suas opiniões com a gente!

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Bate-papo com a SG!

Entrevistamos Flora Alves, sócia fundadora da SG Soluções e Gestão Empresarial e representante da empresa nos principais eventos ao redor do mundo. Recém chegada de Dallas, de onde voltou com o título de ASTD Designated Master Trainer, Flora abre sua bagagem e divide com a gente os principais aprendizados que trouxe desse período.

BLOG SG: Nesse primeiro semestre de 2013 a SG Soluções e Gestão Empresarial já marcou presença em diversos eventos, tanto no território nacional como internacional. Na sua opinião, quais foram os mais importantes até agora?

FLORA ALVES: Foram três eventos importantíssimos dos quais fizemos parte até agora. O primeiro foi o Business Design Summit, que aconteceu em Berlim no mês de Abril. A proposta desse encontro foi reunir profissionais que trabalham com ferramentas facilitadoras, que ajudam a deixar os processos de trabalho mais visuais. Depois, tivemos o Master Trainer, que foi um curso de uma semana que nos garantiu a certificação internacional da ASTD, estamos agora na reta final. Logo em seguida tivemos a conferência da ASTD. Esses dois últimos eventos foram realizados em Dallas, nos Estados Unidos.

B: Focando na certificação da ASTD Master Trainer, no que consiste o curso?

F: Nós, que trabalhamos com aprendizagem de adultos, precisamos estar sempre atentos para sermos facilitadores e não instrutores. No livroInformar Não é Treinamento, os autores Harold D. Stolovich e Erica J. Keeps citam o seguinte mantra: “um treinamento de sucesso tem que ser centrado no orientado e baseado no desempenho”. Mas, às vezes, caímos na armadilha de fazer algo desenhado para nós mesmos, e não para os outros. O Master Trainer oferece toda uma estrutura para que a gente não cometa esse erro, pois aprendemos na prática o caminho que devemos seguir para estimular o aprendizado e criar um ambiente propício para isso. Basicamente, um facilitador deve demonstrar 25 competências diferentes no momento do seu treinamento, são detalhes que vão desde o preparo do curso até o seu entusiasmo, gestos e contato visual que você mantém com os seus orientandos. No Brasil a gente já faz isso, mas de uma maneira intuitiva e não baseada numa metodologia. O curso é bem rigoroso, a todo o momento temos quatro, cinco pessoas nos observando e dando feedback. É muito enriquecedor!

B: Para a SG Soluções e Gestão Empresarial, qual a importância de se ter uma certificação como essa?

F: Nós estamos sempre em busca de qualidade e excelência. No momento, estamos desenvolvendo um novo produto com foco na formação de treinadores. Para a SG, uma certificação com uma metodologia tão clara e prática como a oferecida pela ASTD nos permitirá criar uma estrutura de treinamento para treinadores. Eles são os melhores na área, e nós estamos sempre em busca do melhor. Não tinha como escolher outro!

B: Quais foram os pontos altos do Master Trainer?

F: Com certeza a estrutura do programa. É algo de altíssima qualidade! Eles fornecem um mapeamento, um caminho muito claro de como deve ser um treinamento eficaz. É um passo a passo, não tem como errar! Você percebe que converteu aprendizado em ação. Logo depois que cheguei de Dallas tive um treinamento e melhorei muito a minha forma de facilitar o aprendizado. É notável!

B: E quanto às dificuldades? Qual foi seu principal desafio?

F: Ser avaliada em uma língua que não é a minha língua-mãe foi um verdadeiro desafio. Tenho total segurança quanto ao domínio do inglês, mas existem pequenas sutilezas que não estão nem relacionadas à gramática que fazem muita diferença. No final das contas, foi mais um grande insight, pois percebi que a linguagem também é uma ferramenta facilitadora de aprendizagem. No Brasil acabamos trabalhando muito de uma forma não verbal, com expressões faciais e sorrisos, por exemplo. Mas sempre precisamos verbalizar.

B: Que tipo de preparação é preciso ter para conquistar uma certificação tão importante como essa?

F: Embora a ASTD não exija nenhum tipo de pré-requisito, é muito importante que o profissional tenha uma boa experiência em sala de aula. As avaliações são muito rígidas, por isso acho difícil que uma pessoa que nunca trabalhou como facilitador consiga ser aprovado. Infelizmente temos essa falha na nossa educação formal, pois não somos preparados para enfrentar apresentações e até falar em público. A certificação exige um conhecimento profundo em aprendizagem de adultos, com o mínimo de experiência e vivência na área.

B: Após o curso de certificação e antes da Conferência da ASTD você também participou de um workshop, focado em mapeamento de jornadas de liderança. Quais foram os principais aprendizados?

F: O desenvolvimento de uma liderança efetiva tem sido um dos principais desafios das grandes organizações. Nós da SG estamos trabalhando muito em cima disso, desenvolvendo programas customizados, promovendo uma composição de eventos que acontecem antes, durante e depois do treinamento do líder. Assim é possível mensurar o quanto essa liderança progrediu. O grande ganho desse workshop foi poder trocar experiência com profissionais do mundo inteiro que atuam nessa área. Ficamos de olho nas principais tendências e construímos contatos muito importantes, que com certeza vão gerar ótimos frutos para nossos futuros trabalhos.

B: Em relação a ASTD International Conference & Exposition, qual foi o grande destaque do evento?

F: Essa foi a terceira ASTD consecutiva da SG! Na conferência do ano passado ficou no ar um convite a desconstrução. Ou seja, como tecnologia e habilidades humanas se integram para formar um aprendizado perfeito. E nesse ano a desconstrução aconteceu! O que em 2012 foi apresentado como tendência, em 2013 aprendemos efetivamente. A minha participação foi focada nas trilhas de aprendizagem relacionadas a desenvolvimento de liderança, design e facilitação de aprendizagem e tecnologias de aprendizagem. Técnicas de conversação, por exemplo, podem ser utilizadas para a conquista de uma liderança mais eficaz ou ser usada como uma ferramenta facilitadora. Outra palestra muito enriquecedora foi sobre Storytelling. Tivemos insights muito importantes para a implementação da ferramenta com eficácia nas organizações. O networking também foi ótimo, fizemos contatos importantíssimos com profissionais do mundo inteiro!

B: Para finalizar, temos mais coisas boas em vista?

F: Definitivamente a SG não para por aí! Nosso radar está ligado e ficamos sempre de olho no que rola ao redor do mundo. Quando detectamos uma novidade que pode agregar valor ao nosso cliente nós não medimos esforços para buscá-la! A SG está sempre em busca do novo para sempre oferecer resultados de qualidade.

Business_Model_Canvas

De olho na ferramenta: Business Model Generation – Canvas

Assim como em qualquer profissão, o universo corporativo também é repleto de jargões e particularidades que nem sempre é compreendido por todos. Basta uma rápida lida em um blog especializado para nos deparar com termos diferentes, como business model, start up, gamification, etc. Pensando justamente em facilitar a vida dos nossos leitores, o Blog da SG Soluções e Gestão Empresarial vai apresentar uma série de posts explicativos sobre as principais ferramentas e métodos de gestão disponíveis no mercado atualmente.

E hoje vamos começar falando sobre o Business Model Generation – Canvas, também conhecido como BMG – ferramenta desenvolvida pelo suíço Alex Osterwalder, que ajuda na criação e estruturação de um modelo de negócios. Ok, tudo certo até aqui! Mas, antes de continuar, vale a pena relembrar que um modelo de negócios é a forma que a empresa gera e captura valor do mercado. Ou seja, como a empresa ganha dinheiro ao criar um produto capaz de suprir as demandas/problemas de um determinado segmento de clientes.

De acordo com especialistas, um bom modelo de negócios é aquele que descreve como uma empresa cria, entrega e captura valor. Aqui é onde entra a funcionalidade do Business Model Generation – Canvas, pois a ferramenta oferece um template fixo e intuitivo (o Canvas), onde o funcionamento de uma organização pode ser facilmente descrito. Essa tela/mapa é dividida em nove blocos que representam todos os processos de uma empresa. São eles (confira a disposição de cada bloco na imagem inicial do post):

1. Segmento de clientes
É aqui que definimos os diferentes grupos de pessoas ou organizações que uma empresa busca alcançar ou servir.Para quem estamos criando valor? Quem são nossos clientes em potencial? Exemplo: adolescentes, mulheres da classe c, executivos, indústrias de determinado segmento, etc.
2. Proposta de valor
Devem atender as necessidades dos clientes potenciais. Deve-se sempre perguntar “para quem estamos criando valor?”, “qual problema estamos ajudando a resolver?”.
3. Canais de distribuição
Garante que o produto alcance os clientes potenciais. Qual a melhor maneira de alcançá-los? Por quais canais nossos segmentos de clientes querem ser contatados? Exemplo: canais diretos, indiretos, canais particulares ou em parceria, etc.
4. Relacionamento com o cliente
Serve para descrever o relacionamento de uma organização com segmentos de clientes específicos. As perguntas são: “Que tipo de relacionamento desejamos ter com nossos clientes?” , “Quais já estabelecemos?” e “Qual o custo de cada um?”. Exemplo: assistência pessoal, comunidades, self-service, automatizados, etc.
5. Modelo de Receita
Descreve como o produto pode gerar receita para a companhia. Para este item deve-se perguntar: “Quais valores os nossos clientes estão realmente dispostos a pagar?”. Exemplo: venda de recursos, taxa de uso, licenças, alugueis, etc.
6. Recursos-Chave
Aqui mensuramos os recursos mais importantes que estão ligados ao funcionamento da empresa. Por exemplo: colaboradores, espaço físico, informática, máquinas, etc.
7. Atividades-Chave
Atividades essenciais que uma empresa deve realizar para proporcionar o total funcionamento da organização. Exemplo: produção, resolução de problemas, plataforma de negócios em rede, etc.
8. Parceiros-Chave
Contribuem para a manutenção das atividades-chaves e recursos-chaves, como os fornecedores e outros parceiros.
9. Estrutura de custos
Descreve os custos necessários para o desenvolvimento da atividade proposta pela empresa.

De maneira resumida e simplificada, está é a proposta do Modelo BMG – Canvas – uma ferramenta facilitadora, que pode ser adotada principalmente por empresas em fase de concepção, como start ups. Além disso, o método é uma ótima opção de análise para organizações consolidadas que trabalham na concepção de um novo produto, ou na abertura de uma nova unidade de negócios. A ferramenta também é válida para alinhar uma equipe comercial que irá atuar em ações determinadas de vendas. Vale reforçar que o Canvas é uma ferramenta extraordinária por sua fácil utilização. Com uma metodologia prática e um visual colorido, proporciona às pessoas que a utilizam uma identificação clara e objetiva dos objetivos e resultados que a empresa deseja obter.

A SG Soluções e Gestão Empresarial é especialista na aplicação da ferramenta BMG, utilizando-a em diversas empresas, desde start ups até companhias consolidadas, que buscam orientação na hora de criar um novo produto, redesenhar departamentos internos ou orientar sua equipe comercial em busca de melhores resultados. Durante o Business Design Summit 2013, nós tivemos a oportunidade de participar de diversos workshops sobre o tema, desenvolvendo ainda mais a expertise para a aplicação da ferramenta. Nosso papel é incrementá-la com técnicas que tornam o uso do Canvas em algo agregador, clarificando ideias, balanceando aspirações com o cenário real da empresa e, o mais importante de tudo, construindo resultados efetivos. Se é isso que você procura para a sua empresa, não deixe de entrar em contato com a nossa equipe de consultores especializados.

No próximos post da série: saiba mais sobre o gamification.

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