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Desmistificando o gamification no CBTD 2013

O Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento, maior evento de T&D da América Latina, acontecerá entre os dias 26 e 29 de novembro, na cidade litorânea de Santos. Nessa 28ª edição do encontro, a SG Soluções e Gestão Empresarial estará presente em um estande durante todo o evento e, também, conduzirá o workshop “Desmistificando o gamification, do conceito à prática”, que ocorrerá no dia 27, das 9h às 12h. Flora Alves, sócia-fundadora da SG e especialista no assunto, será a facilitadora do workshop. De acordo com ela, o tema surgiu após a realização de extensas pesquisas e da vontade de compartilhar esse conhecimento com outros profissionais que tenham o intuito de aplicar tais conceitos nos processos de uma organização. “Sabemos que variáveis como tempo e budget, são levadas em conta na hora da aplicação de um treinamento e que tais detalhes podem funcionar como fator restritivo. Por isso, oferecer soluções viáveis, que promovam a aprendizagem, pode ser um grande diferencial”, analisa Flora.

O gamification é um conceito que se apropria da mecânica dos jogos para promover o engajamento das pessoas, sendo bastante usado em programas de treinamento e desenvolvimento pessoal. E, como qualquer novidade, há também muitas dúvidas sobre o assunto. A principal delas refere-se às definições de “ferramenta” e “conceito”. “O gamification é um conceito, e o público está buscando uma compreensão de todos os elementos que o compõem para promover uma experiência diferenciada e efetiva de aprendizagem”, explica a sócia-fundadora da SG Soluções e Gestão Empresarial. No geral, essa falta de conhecimento pode levar a situações de resistência quando programas falhos são aplicados. Flora constata dois aspectos essenciais para um treinamento baseado no gamification: o primeiro refere-se à aplicabilidade do projeto, levando em conta seu objetivo, e o segundo ao processo do jogo em si. “Não podemos nos limitar apenas à contagem de pontos. É preciso criar uma dinâmica de jogo que desenvolva o pensamento e o aprendizado, para que a experiência seja eficaz”, alerta.

Entretanto, não há dúvidas sobre o valor do gamification e sua aplicabilidade no mercado de T&D. Muitas pesquisas apontam que o uso do conceito é uma maneira assertiva na conquista por um maior engajamento e até na mudança de comportamento no ambiente de trabalho. E quem comparecer ao workshop no CBTD 2013 terá a chance de aprender muito mais sobre o assunto. A equipe da SG Soluções e Gestão Empresarial está empenhada e trabalhando muito para oferecer um conteúdo de altíssima qualidade aos participantes do evento. “Quando alguém se inscreve para um workshop é porque está em busca de algo novo para tornar o seu ambiente de trabalho ainda melhor. Por isso, estou empenhada para oferecer a essas pessoas não apenas conhecimento, mas também aplicabilidade, sugerindo materiais e subsídios que levem a isso”, finaliza a facilitadora.

Se você já garantiu a sua participação no workshop “Desmistificando o gamification, do conceito à prática”, fique de olho na nossa fan page. Em breve daremos start nesse jogo!

Confused man and question marks

Autoconhecimento como ferramenta para o desenvolvimento pessoal

No mês passado, Sergio Guerra, sócio-fundador da SG Soluções e Gestão Empresarial, conduziu um workshop no VIII Congresso Brasileiro de Dinâmica dos Grupos sobre a importância do autoconhecimento como suporte no desenvolvimento de pessoas. “Quando discutimos esse assunto, logo nos vem à cabeça a ideia de desenvolver ou treinar uma terceira pessoa, seja para ser líder, gestor ou assumir qualquer cargo dentro de uma organização. Para isso, existem vários programas e métodos de aprendizado muito eficientes. Porém, nenhum deles se preocupa em proporcionar o autoconhecimento”, alerta Sergio.

De acordo com estudos científicos, o desenvolvimento dos seres humanos pode ser dividido em etapas que acontecem de 7 em 7 anos. A cada setênio, como é chamado esse período, desenvolvemos competências e características específicas que carregamos para o resto de nossas vidas. Isso significa que conhecer o passado é essencial para entender o presente, e como valores, aprendizados e experiências podem influenciar no futuro.

Para quem trabalha com o treinamento e o desenvolvimento de pessoas, tal etapa mostra-se ainda mais importante. “Se não nos conhecemos, não sabemos nossas crenças e valores, não entendemos nosso passado e não analisamos nossos pontos de melhoria comportamentais e técnicos. Consequentemente, não sabemos em quais pontos precisamos melhorar. Diante dessa falta de conhecimento, torna-se muito difícil trabalhar com o desenvolvimento de outras pessoas”, explica o especialista.

De acordo com Sergio, a chave do sucesso está no uso da antroposofia como metodologia e na autobiografia como ferramenta de desenvolvimento. Ou, de maneira mais simples, a dica é se conhecer primeiro para só depois desenvolver outras pessoas. Essa ferramenta, que já é muito conceituada no ramo educacional, ainda é novidade no meio executivo. Entretanto, a proposta não é desconsiderar os métodos e ferramentas para treinamento e desenvolvimento pessoal que estão disponíveis no mercado, mas apenas adicionar uma nova etapa ao processo, denominada de “fase de autoconhecimento”. “Nos programas para líderes da SG, nós utilizamos a autobiografia para conhecimento do ‘eu’. Trabalhamos com o temperamento de cada pessoa, ajudando para que elas entendam suas oportunidades de melhoria e, acima de tudo, saibam lidar com esses gaps. É só após essa fase que o programa avança com os módulos tradicionais”, conta Sergio Guerra.

Em resumo, uma pessoa deve sempre levar em conta sua origem, suas referências, seus valores, seus aprendizados e experiências, para entender quem ela é hoje. Só assim ela estará apta para auxiliar os outros.

Sergio Guerra é formado em Antroposofia pela Adigo.

plano colorido

Business Model Generation em ação

O post de hoje é o último da série “em ação”, cujo principal objetivo foi apresentar como as principais ferramentas de gestão e treinamento são utilizadas na prática. Nas publicações passadas, conferimos cases que exemplificaram o uso do gamification e do storytelling e, agora, apresentamos como deve ser o uso do Business Model Generation – também conhecido como Canvas.
A proposta do BMG Canvas é facilitar o design de um modelo de negócios, levando em conta os fluxos de funcionamento de uma organização. Para isso, o suíço Alex Osterwalder, desenvolvedor da ferramenta, sugere uma estrutura lógica, que funciona para a descrição do modelo de negócios de qualquer empresa. Trata-se de um mapa (canvas), dividido em nove diferentes blocos: segmentos de clientes, proposta de valor, canais de distribuição, relacionamento com o cliente, modelo de receita, recursos essenciais, atividades-chave, parceiros-chave e estrutura de custos. Ao montar e refletir sobre esse mapa, líderes e colaboradores conseguem visualizar e entender como uma organização cria, entrega e captura valor no mercado. Vale lembrar que nós já fizemos um post detalhado sobre o assunto, explicando cada um dos nove elementos do Business Model Generation.
Sabemos que na teoria parece fácil. Mas, na prática, as coisas podem ser um pouco mais complexas. Por isso, a SG Soluções e Gestão Empresarial – que possui excelência na aplicação dessa ferramenta – preparou um vídeo explicativo sobre o Canvas, utilizando como exemplo os próprios processos da nossa organização.

Assista ao vídeo e confira como o BMG é um método de fácil aplicação e intuitivo. Além disso, conheça um pouquinho mais sobre o trabalho desenvolvido pela SG.