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Buscando uma nova posição no mercado de trabalho

Procurar um emprego não é tarefa fácil. Seja quem está em busca do primeiro ou de um novo, conseguir uma colocação no mercado de trabalho envolve muita dedicação. Diante dessa situação, sempre vêm a dúvida: como se destacar dentro de um mar cada vez mais furioso de candidatos? Primeiramente, disparar dezenas de currículos por dia está longe de ser a melhor estratégia. “O mercado está muito concorrido e os candidatos cada vez mais qualificados, com isso as empresas ficam muito exigentes nas suas escolhas”, alerta Sérgio Guerra, sócio fundador da SG Soluções e Gestão Empresarial. Por isso, o grande diferencial de quem pretende ingressar no mercado de trabalho é mostrar-se o mais capacitado possível para a vaga a qual se candidata.

No geral, há três pontos principais que é preciso atentar-se antes de iniciar a busca: a escolha das empresas às quais pretende se candidatar, a elaboração do currículo e a entrevista presencial. Hoje, vamos voltar nossas atenções a esse primeiro passo, que muitas vezes é negligenciado por boa parte dos candidatos: a de procurar organizações que vão de encontro ao seu perfil de trabalho. A seguir, confira as dicas elaboras por Sérgio Guerra e que vão te ajudar a obter sucesso nessa jornada.

1. Faça uma autoavaliação: enumere seus pontos fortes e o que você sabe fazer de melhor. Além disso, pense quais são os seus diferenciais quando comparado com os outros candidatos. Leve em conta também sua área de especialização (ou experiência) e em qual gostaria de atuar.

2. Analise o mercado de trabalho de acordo com a área em que deseja atuar: compare o que mercado exige e o que você tem a oferecer. Caso identifique que algo está faltando – como uma segunda língua, por exemplo – é necessário traçar uma estratégia para adquiri-la. Assim ganhará forças para competir de igual para igual com os outros candidatos.

3. Escolha a empresa na qual quer trabalhar: obviamente você não terá apenas uma opção, mas é importante levar em conta o segmento no qual deseja atuar. Além disso, considere o local de trabalho e o tempo de deslocamento que precisará para chegar até lá.

4. Pesquise: definida as informações solicitadas acima, é hora de iniciar sua pesquisa! Além de utilizar a internet como ferramenta de busca, procure plataformas alternativas como revistas especializadas e indicação de amigos.

5. Conheça as empresas nas quais pretende trabalhar: consulte o site da empresa e, também, procure por mais informações em jornais e revistas. Nessa pesquisa é importante analisar qual a missão e os objetivos da organização, qual o perfil e a competência de seus colaboradores, etc. Depois, compare tais informações com o seu perfil e responda sinceramente: você seria interessante para essa empresa?

Para finalizar, é preciso ter em mente que procurar emprego requer tanto empenho e dedicação quanto um dia de trabalho. “Levante cedo, leia jornais e revistas para  atualizar-se das principais informações e, depois, inicie as pesquisas e a elaboração dos currículos”, recomenda Sérgio Guerra. Definitivamente o caminho é longo, mas com dedicação e persistência é possível chegar lá!

No próximo post da série: cuidados na hora de elaborar o seu currículo.

gamification

De olho na ferramenta: Gamification

No segundo post da nossa série “De olho na ferramenta”, vamos explicar os conceitos básicos do “gamification”: uma tendência relacionada ao uso das mecânicas de games/jogos para estimular o engajamento. A ferramenta busca promover uma interação efetiva e fiel entre pessoas e empresa, oferecendo recompensas aos jogadores que completarem determinadas tarefas. Mas, afinal de contas, por que um simples jogo consegue mobilizar tantos participantes? Jane McGonial, especialista no assunto e autora do livro “Reality is Broken”, responde essa pergunta ao destacar as seguintes características dos games:

1. O jogo oferece ao jogador um senso de propósito, em que a meta é o resultado específico que se espera dele.

2. Todos os jogadores compactuam com regras que estabelecem a maneira de se alcançar o resultado. Isso limita as formas óbvias de alcanças um objetivo, estimulando a criatividade e o pensamento estratégico.

3. Todo jogo conta com um sistema de feedback, que informa o jogador o quanto ele está se aproximando de sua meta. Tal detalhe mostra que a meta é algo atingível, motivando ainda mais o participante.

4. A participação é totalmente voluntária. Ou seja, o jogador aceita as regras propostas e tem liberdade para parar a qualquer momento.

5. O jogo gera stress intencional, tornando a atividade prazerosa e desafiadora, ao mesmo tempo.

Acima de tudo, jogos são capazes de deixar seus participantes ainda mais felizes. A prova disso está no alto número de pessoas adeptas aos games. Segundo dados apresentado no livro de McGonial, 69% dos chefes de família jogam vídeo-game; 97% dos jovens jogam no computador e no vídeo-game tradicional; 40% dos jogadores são mulheres; 1 em cada 4 jogadores tem mais de 50 anos; a idade média dos jogadores é de 35 anos, estima-se que eles jogam há cerca de 12 anos; para finalizar, a maioria dos jogadores espera continuar jogando para sempre.

Diante de números extremamente positivos, muitas organizações têm adotado os conceitos dessa ferramenta para seu público interno, estimulando seus colaboradores e fortalecendo processos de trabalho. Afinal, o uso de dinâmicas de jogo instiga duas fortes características que todos nós temos: a cooperação e a competitividade. Além de ajudar a transformar as tarefas básicas do dia a dia em algo menos mecânico e mais desafiador, o “gamification” é uma ótima estratégia para alinhar os funcionários em busca de um mesmo objetivo.

Outra importante característica dessa ferramenta é o alto índice de participação e, também, o rápido retorno. Porém, resultados eficazes só são alcançados quando há o conhecimento certo para a aplicação do “gamification”. A SG Soluções e Gestão Empresarial possui total expertise para o desenvolvimento de estratégias completamente customizadas, alinhadas aos objetivos e necessidades de uma companhia. Nossa consultoria estará envolvida em todos os estágios desse rigoroso processo: execução, aplicação e monitoramento dos resultados.

Seja através das mídias sociais ou, até mesmo, em um ambiente não-virtual, os métodos de jogo se mostram eficientes para tornar a rotina de trabalho muito mais agradável. Alguns resultados são mensurados pelo aumento da participação de colaboradores em workshops e eventos, ou com o envio de sugestões de novos processos e produtos. É notável um aumento no sentimento de “pertencimento” à companhia.

Utilizada também como ferramenta do marketing digital, o “gamification” tem ajudado na divulgação, comunicação e captação de novos clientes para uma marca. Como acontece em um jogo, é necessário estabelecer regras, desafios, um sistema claro de monitoramento e, obviamente, prêmios – esse último pode ser físico ou virtual. Muitas vezes, reconhecimentos simples, como um ranking ou a conquista de “medalhas virtuais”, são tão eficazes quanto um objeto de valor ou um voucher de desconto, por exemplo.

O “gamification” é a ferramenta certa para engajar colaboradores e clientes, atingindo os principais objetivos propostos por uma organização. Se você busca isso para a sua empresa, não deixe de falar com a gente! Temos um time especializado e a postos para responder todas as suas dúvidas sobre mais essa tendência inovadora.

No próximo post da série: saiba mais sobre o storytelling.

Assista ao vídeo abaixo e confira como uma ação rotineira torna-se muito mais divertida, de acordo com a proposta do “gamification”:

BusinessDesign

Design Summit na Revista T&D!

Os interessados que buscam informações mais detalhadas sobre o Business Design Summit não podem perder o próximo número da Revista T&D – Inteligência Corporativa. A publicação traz uma matéria completa sobre o evento, produzida por Flora Alves. No artigo, a sócia fundadora da SG Soluções e Gestão Empresarial relata os pontos altos do evento, que aconteceu em abril na cidade de Berlim, e reuniu mais de 250 profissionais do mundo inteiro.

De acordo com Flora, dentre as diversas palestras, depoimentos, ferramentas e workshop oferecidos pelo evento, merecem destaque a atividade proposta por Patrick van der Piji, que teve foco em antecipação de fatos e possibilidades, e a explanação de Yves Pigneur sobre o uso do Canvas para a prototipagem e integração de modelos de negócios. No quesito entrevista, o bate-papo ente Lisa Kay (apresentadora do evento) e Lisa Chen (executiva da Toyota Financial Service) foi uma das que mais agradaram o público presente. Quanto à apresentação de novas metodologias, Luke Hohmann defendeu brilhantemente o uso do “gamification” para aprimorar a gestão de uma empresa.

Adotando um olhar crítico, que vai além da participação dos profissionais convidados e dos palestrantes, Flora também aborda os cuidados adotados pela curadoria do evento em relação à produção, espaço e logística do Business Design Summit. No geral, todos esses pontos foram muito bem trabalhados, ajudando a tornar esse evento inédito em um verdadeiro sucesso. Um pequeno detalhe que fez toda a diferença em relação a outros workshops, por exemplo, foi a possibilidade de compartilhamento do conteúdo, ampliando o campo de aprendizado. Todos os participantes receberam cópias das apresentações, além de um livreto repleto de informações valiosas que foram discutidas ao longo do encontro.

Outro diferencial foi que a todo o momento os participantes eram estimulados a dividir suas impressões e agregar experiências aos modelos propostos. “Durante o evento eu tive muitas conversas inspiradoras. Descobri novas ferramentas e conceitos, além de novos insights e pensar a melhor maneira de combiná-los”, relata Flora Alves.

Se vocês gostaram dessa pequena prévia e ficaram ainda mais curiosos para saber o que aconteceu durante os dois dias de Business Design Summit, não deixem de conferir a matéria completa na Revista T&D – Inteligência Corporativa. Depois, aproveitem esse espaço para dividir suas opiniões com a gente!

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Bate-papo com a SG!

Entrevistamos Flora Alves, sócia fundadora da SG Soluções e Gestão Empresarial e representante da empresa nos principais eventos ao redor do mundo. Recém chegada de Dallas, de onde voltou com o título de ASTD Designated Master Trainer, Flora abre sua bagagem e divide com a gente os principais aprendizados que trouxe desse período.

BLOG SG: Nesse primeiro semestre de 2013 a SG Soluções e Gestão Empresarial já marcou presença em diversos eventos, tanto no território nacional como internacional. Na sua opinião, quais foram os mais importantes até agora?

FLORA ALVES: Foram três eventos importantíssimos dos quais fizemos parte até agora. O primeiro foi o Business Design Summit, que aconteceu em Berlim no mês de Abril. A proposta desse encontro foi reunir profissionais que trabalham com ferramentas facilitadoras, que ajudam a deixar os processos de trabalho mais visuais. Depois, tivemos o Master Trainer, que foi um curso de uma semana que nos garantiu a certificação internacional da ASTD, estamos agora na reta final. Logo em seguida tivemos a conferência da ASTD. Esses dois últimos eventos foram realizados em Dallas, nos Estados Unidos.

B: Focando na certificação da ASTD Master Trainer, no que consiste o curso?

F: Nós, que trabalhamos com aprendizagem de adultos, precisamos estar sempre atentos para sermos facilitadores e não instrutores. No livroInformar Não é Treinamento, os autores Harold D. Stolovich e Erica J. Keeps citam o seguinte mantra: “um treinamento de sucesso tem que ser centrado no orientado e baseado no desempenho”. Mas, às vezes, caímos na armadilha de fazer algo desenhado para nós mesmos, e não para os outros. O Master Trainer oferece toda uma estrutura para que a gente não cometa esse erro, pois aprendemos na prática o caminho que devemos seguir para estimular o aprendizado e criar um ambiente propício para isso. Basicamente, um facilitador deve demonstrar 25 competências diferentes no momento do seu treinamento, são detalhes que vão desde o preparo do curso até o seu entusiasmo, gestos e contato visual que você mantém com os seus orientandos. No Brasil a gente já faz isso, mas de uma maneira intuitiva e não baseada numa metodologia. O curso é bem rigoroso, a todo o momento temos quatro, cinco pessoas nos observando e dando feedback. É muito enriquecedor!

B: Para a SG Soluções e Gestão Empresarial, qual a importância de se ter uma certificação como essa?

F: Nós estamos sempre em busca de qualidade e excelência. No momento, estamos desenvolvendo um novo produto com foco na formação de treinadores. Para a SG, uma certificação com uma metodologia tão clara e prática como a oferecida pela ASTD nos permitirá criar uma estrutura de treinamento para treinadores. Eles são os melhores na área, e nós estamos sempre em busca do melhor. Não tinha como escolher outro!

B: Quais foram os pontos altos do Master Trainer?

F: Com certeza a estrutura do programa. É algo de altíssima qualidade! Eles fornecem um mapeamento, um caminho muito claro de como deve ser um treinamento eficaz. É um passo a passo, não tem como errar! Você percebe que converteu aprendizado em ação. Logo depois que cheguei de Dallas tive um treinamento e melhorei muito a minha forma de facilitar o aprendizado. É notável!

B: E quanto às dificuldades? Qual foi seu principal desafio?

F: Ser avaliada em uma língua que não é a minha língua-mãe foi um verdadeiro desafio. Tenho total segurança quanto ao domínio do inglês, mas existem pequenas sutilezas que não estão nem relacionadas à gramática que fazem muita diferença. No final das contas, foi mais um grande insight, pois percebi que a linguagem também é uma ferramenta facilitadora de aprendizagem. No Brasil acabamos trabalhando muito de uma forma não verbal, com expressões faciais e sorrisos, por exemplo. Mas sempre precisamos verbalizar.

B: Que tipo de preparação é preciso ter para conquistar uma certificação tão importante como essa?

F: Embora a ASTD não exija nenhum tipo de pré-requisito, é muito importante que o profissional tenha uma boa experiência em sala de aula. As avaliações são muito rígidas, por isso acho difícil que uma pessoa que nunca trabalhou como facilitador consiga ser aprovado. Infelizmente temos essa falha na nossa educação formal, pois não somos preparados para enfrentar apresentações e até falar em público. A certificação exige um conhecimento profundo em aprendizagem de adultos, com o mínimo de experiência e vivência na área.

B: Após o curso de certificação e antes da Conferência da ASTD você também participou de um workshop, focado em mapeamento de jornadas de liderança. Quais foram os principais aprendizados?

F: O desenvolvimento de uma liderança efetiva tem sido um dos principais desafios das grandes organizações. Nós da SG estamos trabalhando muito em cima disso, desenvolvendo programas customizados, promovendo uma composição de eventos que acontecem antes, durante e depois do treinamento do líder. Assim é possível mensurar o quanto essa liderança progrediu. O grande ganho desse workshop foi poder trocar experiência com profissionais do mundo inteiro que atuam nessa área. Ficamos de olho nas principais tendências e construímos contatos muito importantes, que com certeza vão gerar ótimos frutos para nossos futuros trabalhos.

B: Em relação a ASTD International Conference & Exposition, qual foi o grande destaque do evento?

F: Essa foi a terceira ASTD consecutiva da SG! Na conferência do ano passado ficou no ar um convite a desconstrução. Ou seja, como tecnologia e habilidades humanas se integram para formar um aprendizado perfeito. E nesse ano a desconstrução aconteceu! O que em 2012 foi apresentado como tendência, em 2013 aprendemos efetivamente. A minha participação foi focada nas trilhas de aprendizagem relacionadas a desenvolvimento de liderança, design e facilitação de aprendizagem e tecnologias de aprendizagem. Técnicas de conversação, por exemplo, podem ser utilizadas para a conquista de uma liderança mais eficaz ou ser usada como uma ferramenta facilitadora. Outra palestra muito enriquecedora foi sobre Storytelling. Tivemos insights muito importantes para a implementação da ferramenta com eficácia nas organizações. O networking também foi ótimo, fizemos contatos importantíssimos com profissionais do mundo inteiro!

B: Para finalizar, temos mais coisas boas em vista?

F: Definitivamente a SG não para por aí! Nosso radar está ligado e ficamos sempre de olho no que rola ao redor do mundo. Quando detectamos uma novidade que pode agregar valor ao nosso cliente nós não medimos esforços para buscá-la! A SG está sempre em busca do novo para sempre oferecer resultados de qualidade.